quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Reggae ganha cada vez mais admiradores em Belém! Confira!




Quem gosta de dançar um bom reggae sabe que lugares para isso aqui não faltam. Desde a década de 70, o ritmo saiu da pequena Jamaica para estourar no resto do mundo e em Belém não poderia ser diferente: muitos adeptos se entregaram a cadência do ritmo jamaicano e abraçaram a tal filosofia paz e amor.

Dos anos 90 até o início de 2000, vários espaços ideais para dançar um bom reggae surgiram na cidade: Mormaço, Solamar, Açaí Biruta, Rainha Bar, Urubu Black e, em Icoaraci, o Coisa de Negro. Foi também aproveitando esse momento que muitos dos adoradores do gênero trataram logo de montar uma banda.

Açy Aires, vocalista da Jaffa Reggae, conta que o público regueiro da cidade só faz crescer. “O número de pessoas que gostam de reggae tem aumentado bastante, principalmente porque surgiram muitas bandas aqui em Belém e, graças a isso, as pessoas passaram a conhecer mais o ritmo. Isso também favoreceu o aparecimento de muitas casas que apostam no estilo em festas exclusivas de reggae. Todos sabem que há público pra isso”, avalia o músico.

Ele tem razão. Há também vários bares que reservam um dia especial para os amantes do reggae: Sputinik, na segunda-feira; o Boteco da Tamandaré, nas quartas-feiras; o Botequim, nas quintas-feiras e o bar Casa Velha, aos sábados. As terças-feiras a gente aproveita pra descansar, não é?


INCENTIVO

Algumas bandas vêm se destacando sobremaneira no cenário local, como Yemanjah Roots, Jaffa Reggae (que vai lançar um cd autoral esse ano) e Reggae Town. Além dos DJs Alex Roots, Porco Voador, Enilson Nonato (foto) e Victor Pedra, entre tantos outros.

O negócio tá tão frutífero por aqui que foi criada uma entidade para valorizar o reggae, a Associação dos Movimentos Reggae (AMOR) que, desde 1996 destaca o estilo não apenas como música, mas como ferramenta de promoção social.

A AMOR promove palestras que falam sobre a relação do reggae com o combate ao preconceito racial e as desigualdades sociais, além de uma série de outras ações de inclusão, como exibição de filmes e realização de festas como a ‘ O P rojeto Reggae é Cultura’, todo sábado, no Coisa de Negro com os dj Enilson Nonato ,serginho Morais ,Curi Pedra e Daniel Morais . A proposta é levar à prática a filosofia pulsante nas letras.

“Nós queremos mostrar que o reggae não é somente a dança e sim uma cultura. Através do ritmo e das letras nós podemos engajar as pessoas, fazer trabalhos sociais para ajudar o próximo, por que o reggae prega isso”, explica Enilson Nonato, coordenador da AMOR.

VEM DANÇAR UM REGGAE
O estudante de multimídia André Palmeira, 23 anos, é tão apaixonado por reggae que, por causa disso, sempre antecipa o seu fim de semana. “Eu começo saindo na quinta-feira, dia em que curto um reggae no Botequim. Na sexta-feira, vou para o Rainha Bar, sábado estou no Urubu Black e domingo, no Solamar ou Açaí Biruta”, conta, rindo.

O reggae entrou na vida de André há quatro anos, quando os amigos o convidaram para curtir uma boa farra ao som de Bob Marley e Peter Tosh. “Achei a batida agradável, então passei a ir sempre que os amigos me chamavam. Acho as músicas muito bacanas, sempre passam uma mensagem positiva”, diz o estudante.

A analista de sistemas Ana Paula Santos, 27 anos, é só reggae no coração. “Reggae é o ritmo que mais escuto, gosto não só de dançar como também das letras, que pregam o amor, a fé e a ajuda ao próximo. Toda sexta e domingo é certo que vou dançar um reggae”, diz.


ONDE TUDO COMEÇOU


Lá pelos idos da década de 60, o povo jamaicano, sem voz sobre os que detinham o poder político, expressava suas lamúrias cantando músicas que falavam de tudo o que eles sofriam, como a miséria e a discriminação racial. Um rapaz de cabelos compridos e, como dizem, com um rosto um tanto difícil de visualizar, devido à fumaça que o encobria, tornou-se o maior ícone desse gênero musical, mais tarde conhecido como reggae. Seu nome, claro, era Bob Marley.

As musicas cantam as desigualdades sociais, o preconceito, a fome, além de assuntos religiosos, principalmente exaltando Jah. O reggae defende, também, a ideia de que as pessoas devem ascender e superar a sua situação social por meio do engajamento político e espiritual. A música também ditou moda: não foram poucos os que assumiram o cabelão rastafári ou começaram a usar roupas e acessórios nas cores vermelho, amarelo e verde.

FONTE:JORNAL DIARIO DO PARÁ ,SURFOREGGAE E ENILSON NONATO

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

ISRAEL VIBRATION EM BELÉM



Israel Vibration é, sem sombra de dúvidas, um dos grandes nomes do reggae. Com certeza, um nome digno de respeito e reconhecimento de qualquer um que já pôde conferir o som dos caras. As vibrações positivas que emanam de suas músicas são impecáveis, e vivem por mais de duas décadas. O Israel tem um feitiço musical, conseguindo unir reggae de raiz tradicional com um som hipnotizante e mensagens profundamente espirituais.

Estiveram recentemente no Brasil, no festival Ruffles Reggae, em Outubro de 1999. Como não poderia deixar de ser, agradou, e muito, o público presente no evento. Todo esse respeito pelo público não foi conquistado à toa. São mais de 20 anos de carreira e inúmeras canções na lista dos melhores clássicos do reggae de todos os tempos. Recentemente, houve uma mudança na formação original do Israel. Antes composto por um trio - Skelly, Wiss e Apple - perdeu um de seus integrantes, Albert Craig, que partiu para a carreira solo.

Os integrantes da atual dupla, Cecil Spence (Skelly) e Lascelle Bulgin (Wiss) são naturais da Jamaica, e vítimas de poliomielite. Eles se conheceram, quando crianças, no "Centro de Reabilitação Mona", onde foram internados por suas famílias. Aprenderam cedo como sobreviver no mundo, e embora a poliomielite seja uma doença séria, eles nunca deixaram que isso viesse a atrapalhar a criatividade, o desempenho e a força de vontade. Acharam força na fé Rastafari e começaram a compor e cantar canções que expressassem suas convicções espirituais.

Tanta espiritualidade acabou causando o afastamento do Centro de Reabilitação Mona. Destemidos, eles encontraram o que precisavam na música, que fez com que ganhassem o apoio da comunidade local, proporcionando encorajamento para seguir em frente com a carreira. A primeira gravação foi em 1978, que rendeu o álbum Same Song pela EMI. A partir daí, surgiu uma atenção internacional pelos caras. Depois de um tempo, a carreira fonográfica do Israel parecia estar indo por água abaixo, pois assim como muitos artistas jamaicanos, foram induzidos à uma indústria local infestada naquele momento, por prática de contabilidade questionável, pirataria musical, e falta de apoio de excursão. Em 1983, eles se separaram e seus membros foram para os Estados Unidos em busca de um cuidado médico adequado e também de projetos individuais.

Em 1988, conheceram Dr. Dread, presidente e fundador da gravadora Ras, à procura de gravações solo. Dr. Dread, que admirava o talento do Israel Vibration e ouvia atentamente as palavras de Marcus Garvey, lhes falou sobre o lance de "unidade é força", aconselhando que se unissem novamente. Eles aceitaram, e o resto da história faz parte de uma relação que deu início a Strength of My Life, e continuou com Praises, Forever, Vibes Alive, IV, On The Rock, Free to Move, e mais alguns álbuns Dub. On The Rock gerou muitos elogios, além do single e do vídeo Rudeboy Shufflin que, juntamente com o vídeo Feelling Irie, foi apresentado em programas de televisão nos EUA e em outros países. On The Rock, seguido de Free to Move foram passos importantes na carreira do Israel. O lançamento de Pay the Piper e o vídeo Hard Road, em 1999, mostra alguns dos fortes materiais compostos pela dupla Skelly e Wiss.

Seu mais recente trabalho, o álbum Jericho, lançado em Maio de 2000 é, sem dúvida, um dos trabalhos mais fortes da dupla, e tem participação de alguns dos melhores músicos jamaicanos. Skelly e Wiss mostram letras dignas de respeito e cantam de coração com o verdadeiro espírito da universalidade. O Israel Vibration tem trabalhado muito, por muito tempo com o apoio da gravadora Ras, e continuará, sem dúvida, fazendo o que fazem, redefinindo o termo "Roots Reggae" para o novo milênio.


Integrantes
Cecil "Skelly" Spence
Lacelle "Wiss" Bulgin


INFORMAÇÕES SOBRE O SHOW
DIA 14 DE MARÇO AFRICAN BAR
AS 22HS
ISRAEL VIBRATION(BANDA ROOTS RADICS), PELA 1ª VEZ EM BELÉM, OS DJS DO PROJETO REGGAE É CULTURA (ENILSON,SERGINHO,CURI E DANIEL) NA BOATE RAÍZES RADICAIS.
RADIOLA MINI COMPANHIA NA BOATE SAFARI COM DJ MR. MÁRIO .
DJ ALEX ROOTS, PORCO VOADOR E VP ROOTS NO PALCO PRINCIPAL.
E MAIS: YEMANJAH E REGGAE TOWN NA ABERTURA
INGRESSOS 20 REAIS NAS LOJAS CHILLI BEANS (SHOPPINGS PÁTIO BELÉM, BOULEVARD E CASTANHEIRA)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A BATALHA DOS WAILERS


São Paulo assiste à 'Batalha dos Wailers'
Duas formações da lendária banda que acompanhou Bob Marley apresentam-se amanhã e domingo na cidade; uma coincidência, garante o músico Aston Barrett
Quarta, 26 de Janeiro de 2010, 00h00
Jotabê Medeiros

Jah seja louvado! Parece ironia do destino: na mesma semana, duas formações da lendária banda The Wailers, que acompanhou nos anos 1970 o não menos lendário ídolo jamaicano Bob Marley, desembarcam em São Paulo. Uma das bandas, The Wailers, é encabeçada pelo idiossincrático baixista jamaicano Aston "Familyman" Barrett, remanescente daquela formação; o outro conjunto, que se autointitula The Original Wailers, também tem ex-integrantes: o guitarrista jamaicano Donald Hanson Marvin Kerr Richards Jr., e o guitarrista norte-americano Al Anderson.Aston Barrett e seus Wailers & Alpha Blondy tocam no Credicard Hall no domingo, às 22 horas. Os Original Wailers de Junior Marvin tocam no Via Funchal amanhã. A quem pertence o espólio? Cuidado com a resposta, pode dar confusão. "Não sei nem quero saber, sou amigo de todos eles", diz o músico Alpha Blondy, da Costa do Marfim, que excursiona com The Wailers. A "batalha dos Wailers" que São Paulo testemunhará esta semana foi mera coincidência, é o que garante Aston Barrett, em entrevista por e-mail ao Estado.Teremos duas formações do Wailers ao mesmo tempo aqui, a sua e a de Junior Marvin. Por que isso? É algum tipo de conspiração de um lado contra o outro?Nunca foi planejado, não da nossa parte. The Wailers tem estado em turnê ininterrupta desde a morte de Bob Marley em 1981, e a outra banda, cujos membros são de dentro e de fora dos Wailers, foi formada em 2008. Sempre haverá só um Wailers. Nós somos os Wailers que carregamos a tocha por aproximadamente 30 anos.O sr. viu a outra banda tocando? Quais suas impressões?Não, eu não vi.Há alguma chance de ver algum dia vocês tocando juntos, o sr. Marvin e Anderson?A gente nunca sabe.Como foi sua relação com Bunny Wailer?Nós somos uma família e somos do bem.Há uma história a respeito de seu apelido, Familyman. Muita gente diz que é porque o sr. tem cerca de 50 filhos. Isso é verdade? Quantos filhos tem atualmente?Familyman é o nome que me deram porque eu sou tudo na banda, de líder a diretor musical, de baixista a arranjador. Tenho 42 filhos.O sr. sempre disse que a família Marley, especialmente a viúva Rita Marley, lhe deve dinheiro. O sr. tem reclamado o pagamento desse dinheiro nos últimos 26 anos, especialmente quantias derivadas de royalties, propaganda e shows. O sr. pode avaliar quanto dinheiro isso dá?Dinheiro não é o motivo pelo qual eu continuo a fazer isso. Você deve ouvir a performance da banda e ouvir a mensagem, isso não envolve dinheiro.Tenho uma curiosidade especial: qual é sua opinião sobre os filhos de Bob Marley? Quero dizer, como músicos? Julian Marley, Ziggy Marley, Stephen, Ky-Mani?Eles são todos grandes de seu próprio jeito, cada um deles tem um pedaço do pai.No ano que vem, será comemorado o aniversário da morte de Bob Marley, 30 anos. Eu proponho ao sr. um exercício: qual seria o lugar que Bob ocuparia na cena musical dos dias de hoje?Bob foi, ainda é e sempre será uma lenda. Sua música é atemporal porque ele fala sobre amor, igualdade, e conclama você a lutar pelos seus direitos. As canções são sobre coração e alma e o oxigênio do povo - essa é a mensagem da cultura roots e a realidade. O reggae a música que os Wailers tocam é um presente do poder de Deus. Nossa música fala sobre muitas coisas, politicamente, emocionalmente, espiritualmente, que são universais. Música é o futuro e seus escritores e cantores e canções são instrumentos da verdade e devem nos conduzir ao nosso futuro.Como o sr. conheceu Bob Marley? A música nos aproximou. No começo dos anos 1970, Bob estava vivendo com sua mãe e seu pai aqui, nos Estados Unidos. Depois de um tempo, ele voltou à Jamaica porque queria ficar pronto e voltar de novo à música. Eu estava lançando meu primeiro disco quando ele... Ele estava tentando reunir todos seus músicos favoritos para vibrarem com ele, e eu fui chamado. Ouviu alguma coisa da minha produção e daquilo que fiz e perguntou: "Quem tocou essa música?", e disseram para ele: "O Homem que Chamam de Familyman." Ele mandou alguém à minha procura e eu vim e ele perguntou: "É você que chamam de Familyman?" Eu disse: "Yeah." Ele continuou: "É você mesmo que toca todos aqueles sons no baixo? Então você deve ser o cara certo." E assim foi. ServiçoThe Original Wailers. Via Funchal (6 mil lug.). Rua Funchal, 65, telefone 2144-5444. Amanhã, 22 horas. R$ 100/ R$ 180The Wailers & Alpha Blondy. Credicard Hall(6.938 lug.). Av. das Nações Unidas, 17.955, tel. 2846-6000. Dom., 20 h. R$ 80/R$ 250

Movimentos de reggae de Belém e Ananindeua realizam reggae solidário


Movimentos de reggae de Belém e Ananindeua realizam reggae solidário

Uma grande ação dos movimentos reggae de Belém e Ananindeua realizam o chamado reggae solidário no próximo Domingo dia 31 de Janeiro,tudo começou coma realização do primeiro reggae solidário realizado pelo movimento chamado tocas do gatos em Dezembro do ano passado,onde na ocasião do evento arrecadaram brinquedos ,que foram doados os moradores das ilhas de Jutuba e Paquetá,.
Desta vês segundo Francisco Junior e Jean coordenadores do evento ,objetivo desta vez e arrecadar alimentos ,pois nessa época os moradores ribeirinhos desta ilhas ,passam seria dificuldades ,devido o forte inverno.que dificulta a pesca.
Para essa programação que acontece no próximo domingo dia 31,deve um grande adesão de vários movimentos reggae de Belém e Ananindeua entres eles a já reconhecida Associação cultural dos movimentos reggae do Para –AMOR,Projeto viva reggae ,Triunfo de Jah ,tocas dos gatos ,Brasil Jamaica,lady do reggae,radio Jah Bless, ,União pelo reggae, entre outros.Para Enilson Nonato da AMOR,isso prova que a os movimento reggae ,conseguiram entender que o reggae de fato é a mensagem de solidariedade e ajuda ao próximo , além de lutar por transformações sociais, é parabenizar por está grande ação de amor ao próximo.

Serviço:
Reggae solidário
Local:Clube da musica-Avenida Alcindo Cancela – n°4043 – Cremação
Inicio as 10hs
Entrada 1kg de Alimento Não Perecível
Fone:8190-8502- 88186746

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

ANIVERSÁRIO DA RADIO JAH BLESS

Conheça a Rádio Jah Bless
Tudo começou quando os Djs Tiago Roots e o Dj Christian, conversavam via internet sobre reggae. Nessa troca de informações, surgiu à idéia de se fazer uma rádio web, que logo foi se expandindo entre os amigos que vieram em seguida para ajudar na formatação do projeto. O Dj Tiago Roots, atualmente toca em festas de reggae em sua cidade natal, Porto Alegre, e há 5 anos tem um grande programa chamado Na Paz, já conhecido na Web. Tiago se autodenomina de romântico, porque sua vertente está mais ligada ao estilo Roots Lovers. Já o Dj Christian, ingressou no reggae em 1992, na cidade de Belém do Pará, no Angustura Reggae Clube. Já foi Dj da Rádio Marajoara FM, que também é do Pará, com um programa chamado Meio Dia In Reggae, existente até hoje. Então, com bastantes discussões, opiniões adversas e tudo o que interessava a uma evolução do assunto foram discutidas, e logo surgiram os outros colaboradores e amigos que deram apoio a idéia: Dj Rodrigo Roots, Mauro Marques, técnico em informática, ambos Paraenses, e Patric, da cidade de São Paulo, que trabalha no ramo de lan house. No dia 31 de janeiro de 2009, nasceu a Rádio Jah Bless, com toda a força e qualidade com sequências de todos os gostos, com muita interação e participação dos ouvintes, reforçando sempre que jamais querem ser melhor que nenhuma concorrente, mas sim, apresentar o que há de melhor no mundo reggae. Junto com a parceria dos 5 amigos, após muitos trabalhos em prática de Mauro Marques, apareceram outros colaboradores importantes para concretização do projeto, os amigos Felipe, da cidade de Brasília, Dyego, da cidade de Goiás e Ana Paula, da cidade de Belém do Pará, que ajudaram no nascimento da Rádio. Hoje a Rádio Jah Bless, pode ser ouvida pelo site www.radiojahbless.com.br, com qualidade de uma radio FM. É com esse intuito que nós da Jah Bless saudamos essa massa regueira do Brasil e do Mundo. Desde já agradecemos a sua interação regueiros, fiquem à vontade, façam novos amigos, troquem idéias, informações e o melhor, escutem reggae de qualidade, tem pra todos os gostos, a rádio é sua e da massa regueira, então Jah Bless de toda a diretoria da rádio. DIRETORIA: MAURO MARQUES - PA PATRIC FERNANDES - SP DJ TIAGO ROOTS - RS DJ RODRIGO ROOTS - PA DJ CHRISTIAN - RO COLABORADORES: FELIPE - DF DYEGO - GO ANA PAULA - PA
SERVIÇOS:
ANIVERSÁRIO DE 1 ANOS DA JAH BLESS
DIA 29
LOCAL : URUBU BLACK
INICIO : AS 21HS
INGRESSO:5,00 + 1KG DE ALIMENTO NÃO PERECIVÉIS
PRESENÇA DE VARIOS DJ DA RÁDIO

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

PARA OUVIR E DANÇAR UM REGGAE ROOTS



Quem é mesmo fã de reggae em Belém, sabe o quanto é difícil encontrar lugares que toquem só os clássicos do estilo. O projeto Reggae é Cultura, realizado no espaço Coisa de Negro, faz isso todos os sábados. E quem gosta de dançar ao som de um reggae de raiz, com muito Bob Marley, Peter Toh e compositores nacionais, é presença confirmada no local.
Ok, você ainda não conhece o projeto? Então não perde acontece todo sábado, pois os DJs Enilson Nonato, Serginho Moraes, Curi Pedra e Daniel Morais prometem altas recordações, daquelas que emocionam qualquer regueiro.
O Projeto Reggae é Cultura existe há dez anos e, em todo esse tempo, não deixou de tocar nem um sábado sequer. É muito amor ao reggae, minha gente! E, por falar em amor (!), o responsável pelo projeto é a Associação dos Movimentos Reggae (AMOR) que há doze anos destaca a importância do estilo, não apenas como música, mas como ferramenta de mobilização social.
Ursinho de dormir? NOT!
Não vá esperando encontrar os “sucessos” do Armandinho nas festa. Clássicos são clássicos, entenda. “O grande diferencial da nossa festa, é que tentamos fazer com que as pessoas percebam as mensagens da música. Não é só para dançar, o reggae tem uma letra politizada, uma temática social. Não é como essas músicas que estão na moda e que chamam de reggae, mas que, na verdade, não têm nada a ver com o estilo”, ressalta o coordenador da AMOR e DJ do projeto, Enilson Nonato.
Por isso, lá só entra reggae da década de 70 e, também, compositores nacionais, pois, de acordo com o coordenador, as pessoas precisam entender o que estão cantando. Segundo ele, mais de 200 pessoas marcam presença no Coisa de Negro todo sábado. E, olha que já são dez anos de festa.
Serviço:
Projeto Reggae é Cultura, todo Sábado , hora: 21h, local: Coisa de Negro (Tv. Lopo de Castro, entre 5º e 6º rua, Icoaraci). Ingresso: R$ 3,00. Mulheres e 5,00 Homens

POR:VIVIAN Carvalho-SITE:WWW.ECLETECA.COM.BR

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

THE ORIGIANAL WAILERS ,HISTÓRICO








A apresentação da banda a The Original Wailers em Belém no dia 16 de Janeiro de 2010 , foi histórico ,a banda que tem o frente o Guitarrista e vocal Junior Marvin e Al Anderson e um grupo de alta qualidade de músicos o ,a programação teve inicio as 22:00 com apresentação dos DJS do projeto reggae é cultura enilson nonato ,Curi Pedra e Serginho Moraes , Daniel Moreis,tocando o Roosts reggae da boate do African Bar,que mas uma tocaram a resistência do reggae Roots em Belém .onde o tempo todo este espaço ficou pequeno , do lado de fora no palco Central as pedra ficam por conta do DJ Alex Roots com seqüência roots e new roots.
Antes do inicio do The Origial Wailers ,deve a participação da banda paraense do Município de Castanhal a já consagrada pela massa requeira a banda Yeman Jah.Por volta das 01:30 hs ,chegou o momento mas esperado pela massa requeira paraense ,quando entrou os The Origianl Wailers ,com a aplauso de quase 8.00 regueiros,que tocaram os consagrados clássicos de Bob Marley,onde as musicas eram cantado pela massa regueira...Show durou aproximadamente 1;40 minutos...realmente inesquecível ,valeu The Origianl Wailers ...Bob Vive.
VEJA AS FOTOS:

ANIVERSÁRIO DE BOB MARLEY



Associação cultural do Movimento reggae do estado do Pará -AMOR,realiza peal 10° ano O aniversário de Bob Marley,esta programação tem o objetivo de celebrar o e fazer referência ao nascimento do rei do reggae.
A proposta e que as pessoas que curtem o mestre do reggae Música e aqueles que ainda não conhecem o rei do reggae.
Essa programação vai fazer o resgate da musica de bob Marley ,deste do começa com a Banda The Wailers,e lembra seus grandes Clássicos com ,One love ,war entre outros.
Ainda o programação de aniversário de Bob Marley terá sua função social ,pois na ocasião faremos arrecadação de alimentos para a campanha “REGGAE SOLIDARIO” .

BOB MARLEY:
Robert Nesta Marley foi o responsável por levar o reggae da Jamaica para o mundo. Filho de Cedella Booker, uma jovem negra, e do capitão Norval Marley, um inglês branco de meia idade, Bob conheceu pouco o pai.
No final dos anos 1950, mudou-se com a mãe para Trench Town (ou Cidade do Esgoto), uma favela da capital, Kingston, onde cresceu junto com seu amigo Neville O'Riley Livingston, conhecido como Bunny, com quem começou a tocar instrumentos improvisados.
O som que faziam era influenciado pelas músicas captadas das emissoras do sul dos Estados Unidos que tocavam Ray Charles, Curtis Mayfield e outros.
Nessa época, Bob conseguiu um emprego numa funilaria, mas um acidente no trabalho o fez largar o emprego e investir na música, junto com Bunny. Eles foram ajudados por Joe Higgs, um cantor que ainda morava em Trench Town e dava aulas de canto. Numa dessas aulas Bob e Bunny conheceram Peter McIntosh. Com ele formariam o grupo "Wailing Wailers".
Em 1962, Bob Marley foi ouvido pelo empresário Leslie Kong que o levou a gravar algumas músicas. A primeira delas foi "Judge Not". Os "Wailing Wailers" ganhou a simpatia do percussionista rastafari Alvin Patterson, que os apresentou ao produtor Clement Dodd.
O primeiro "single" do grupo, "Simmer Down", foi lançado em 1963. Nessa ocasião, Bob recebeu uma passagem para os Estados Unidos, enviada por sua mãe, que tinha se casado novamente e mudado para Delaware.
Antes da viagem, Bob conheceu Rita Anderson, uma cantora iniciante, com quem se casou em 10 de fevereiro de 1966. Marley passou oito meses com a mãe e retornando a Kingston mudou o nome do grupo para "The Wailers". Os Wailers criaram um novo selo, o Wail'N'Soul, que não vingou.
O grupo sobreviveu compondo para o cantor americano Johnny Nash com quem Bob viajou à Suécia em 1971, ocasião em que assinou contrato com a CBS. Em 1972, os Wailers promoveram o "single" "Reggae on Broadway" e fizeram o primeiro álbum, Catch A Fire.
No ano seguinte fizeram uma série de apresentações na Inglaterra e nos EUA. No mesmo ano o grupo lançou Burnin, que incluía novas versões de algumas das suas músicas, junto com faixas como "I Shot The Sheriff" (que se tornaria um sucesso mundial na voz de Eric Clapton).
Natty Dread, álbum lançado em 1975, tinha "No Woman, No Cry". Rastaman Vibrations, o álbum seguinte, atingiu o topo das paradas americanas. Bob decidiu dar um concerto no Parque dos Heróis Nacionais de Kingston, em 5 de dezembro de 1976. Logo após o anúncio do show, o governo convocou eleições para o dia 20 de dezembro. Na tarde do concerto Bob teve sua casa invadida e foi alvejado. Mesmo ferido, subiu ao palco.
Logo depois mudou-se para Londres, onde gravou o álbum Exodus, que esteve nas paradas inglesas por 56 semanas seguidas. Em 1978 fez sucesso com Kaya e voltou à Jamaica para o "One Love Peace Concert", quando fez com que o Primeiro ministro e o líder da oposição dessem as mãos no palco. Depois foi às Nações Unidas, em Nova York, para receber a Medalha da Paz.
No fim do ano, Bob visitou a África pela primeira vez. Uma turnê pela Europa e América rendeu o segundo álbum ao vivo: Babylon By Bus. Survival foi lançado em 1979 e incluía "Zimbabwe". Em 1980, o grupo foi convidado para tocar na cerimônia de independência de Zimbábue. O disco Uprising foi lançado em 1980 e gerou uma grande turnê pela Europa e Estados Unidos. Bob fez dois shows no Madison Square Garden, mas caiu doente. Após vários tratamentos em diversos países, Bob Marley morreu num hospital de Miami aos 36 anos.

SERVIÇOS:
PROJETO REGGAE É CULTURA
APRESENTA
ANIVERSÁRIO DE BOB MARLEY
DIA 06 DE FEVEREIRO
APARTIR DAS 20HS
INGRESSOS 5,00 + 1KL DE ALIMENTO
LOCAL: CHCÁRA CANDEIRA- RUA CORAÇÃO DE JESUS –PX A JOÃO PAULO II – ENTROCAMENTO.
NA SEGUENCIA ROOTS REGGAE
DJS :ENILSON NONATO,SERGINHO MORAES,CURI PEDRA E DANIEL MORAES...
VENHAR CELEBRAR O ETERNO BOB MARLEY
REALIZAÇAÕ : AMOR E REGGAE CULTURE
APOIO: CULTURA REGGAE,REGGAE VIBRATION ,JAH BLESS

INFORMAÇÃO:8104-6663-8818-6746(ENILSON)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

AMOR FAZ HOMENAGENS AO PIONEIRO DO REGGAE EM BELÉM



Ele começou um movimento na década de 70, mais precisamente em 1977, quando em sua casa Ras Alvim reunia-se com seus amigos Ras Margalho, Jorge Motora, Manassoude e Fernando Ripi. Fernando por sinal foi o primeiro a fundar uma casa de reggae em Belém do Pará chamada de “TOCA do REGGAE”, com todo apoio dos amigos Alvim e Margalho, que ficava localizada na Passagem Secundino Portela, na Marquês de Herval no Bairro da Pedreira, por onde passaram os melhores DJ’s da época tais como: Ras Margalho, Maestro Bernard, Dj Lídio e muitos outros.

Ras Alvim têm sua opinião formada sobre a transformação do reggae, dizendo que hoje em dia muitas pessoas vão as casa de reggae por pura empolgação sem saber de onde vem, o que as canções transmitem, a diferença entre a filosofia rastafari e o reggae, e que a consciência é a peça chave do verdadeiro crescimento reggueiro.

No que se refere ao rastarafismo, Alvim ressalta que existem hoje em dia pessoas que se caracterizam como rastas usando DREADS (uma das características do rastafarismo) que cantam reggae, mas não seguem a filosofia rasta.

Seu vocalista favorito é nada mais nada menos que Bob Marley, “Bob conseguiu ter o dom de ser insubstituível, não morreu está apenas adormecido” – diz ele.

Alvim gostaria que as pessoas que vão as casas de reggae, fossem com a certeza de que o reggae traz a paz, a união, a humildade e principalmente tenham a consciência que o reggae não é somente uma dança, mas sim uma cultura muito bonita, fácil de aprender e difícil de esquecer.

Alvim é um dos responsáveis pelo crescimento do reggae no Brasil, foi ele quem apresentou o ritmo ao dono de radiola “Riba Macedo”, que começou a tocar o reggae entre os forrós e merengues que tocavam em São Luis do Maranhão. Logo o ritmo caiu nas graças dos maranhenses (aliás, o disco que Riba Macedo levou primeiro para o Maranhão foi o “Reggae Frontline”), Ras Alvim é um dos pioneiros do reggae no Brasil, recentemente foi homenageado pela banda Tribo de Jah com a música “pioneiros do reggae” que foi lançada no cd “Guerreiros da Tribo” onde a banda cita o nome dos pioneiros(Rasta Alvim, Ras Margalho, Riba Macedo, Zé Roxinho, Viegas, Natty Nayfson, Chico do reggae e Serralheiro).
Ras Alvim pode ser encontrado todos os dias em sua barraca de discos na praça das Mercês em Belém do Pará. Querendo trocar umas idéias sobre reggae, comprar CD’s e ou LP’s, é só aparecer por lá e falar com o Alvim ou com o seu filho Max Alvim.

LEIA A MATÉRIA NO SITE DO SURFOREGGAE:
http://surforeggae.ig.com.br/noticias.asp?cat=31&id=1859&tipo=Coluna

SERVIÇO:
NESTE DOMINGO DIA 10
LANÇAMENTO DO DVD DE FOTOS DE RASTA ALVIN
UMA GRANDE HOMENAGÉM AO PIONEIRO DO REGGAE DA AMAZÔNIA.
COM UMA FEIJOADA E CHURRASCO E MUITO REGGAE NO VINIL
COM VARIOS DJ CONVIDADOS.
LOCAL:ESPAÇO CULTURAL COISA DENEGRO –ICOARACI
INICIO: AS 10HS
REALIZAÇAÕ:AMOR

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

THE ORIGINAL WAILERS EM BELÉM DIA 16/01




Agora, dois dos legendários Wailers originais reformaram o grupo sob licença de Rita Marley para criar uma banda nova, mais alternativa, chamada ´´The Original Wailers´´,fundada em setembro de 2008 (se bem que para mim Original Wailers eram Bob Marley,Peter Tosh e Bunny Wailer), caracterizando Al Anderson,o guitarrista americano, que se juntou à banda de Bob Marley e tocou na música ´´No Woman No Cry´´ original,e nos álbuns de Bob Marley ´´Natty Dread´´,´´Babylon By Bus´´,´´Exodus´´ entre outros..Al Anderson igualmente tocou sua guitarra com Peter Tosh, James Brown, Traffic e Ben Harper. E Junior Marvin, que foi guitarrista solo para Bob Marley & The Wailers,tocou guitarra no legendário álbum ´´Exodus´´,também em ´´Survival´´,´´Uprising´´,´´Babylon By Bus´´,´´Confrontation´´ entre outros,e depois do falecimento de Marley foi vocalista de ligação e guitarrista para a The Wailers Band…
Ultimamente Junior Marvin estava em carreira solo e lançou o disco ´´Wailin´´For Love´´ em 2007..
Há tempo,a ´´The Wailers Band´´ continua a sua carreira separadamente,sempre sob o comando do lendário baixista Aston ´´Familyman´´Barrett,então a The Original Wailers é um desmembramento da Wailers Band,já que esses integrantes originais citados também participaram da The Wailers Band.Marvin combina o vocal de Marley e faz seu melhor para tentar igualar o ´´frontman´´ legendário na presença de palco.Em um show recente,Marvin deu agradecimentos e elogios á Bob Marley que morreu em 1981, e implorou para que sua banda do revestimento protetor continuar a excursionar. Com seu desempenho, os Original Wailers entreteve a multidão com sua habilidade de tocar todos os hits do reggae de Bob Marley que o fêz tão famoso. Marvin & companhia brilharam com canções como "Could You Be Loved" e "No Woman, No Cry" . Começaram então a agitar a audiência, que moveu-se com ´´Redemption Song´´ ; para exatamente ecoar a alteração racial e política que Marley e sua banda enfrentaram na Jamaica. Os Original Wailers terminaram seu show com ´´Jammin' ´´, uma canção de Marley bem reconhecível e com uma batida bem-disposta que colocou a multidão inteira para dançar e esperar para ver se Marvin e Anderson se manteriam tocando já bem tarde da noite. Após os bastidores,por sómente alguns segundos, voltaram, e o público pediu que tocassem várias músicas, mas voltaram tocando sómente duas: " Redemption Song" e " Exodus." Sob uma rotação nova e otimista de "Redemption Song" Marvin e Anderson também tocaram solos magistrais da guitarra durante a execução de " Exodus".No fim do show , todos os músicos provaram aquilo mesmo que o que se esperava deles,que preenchessem o grupo dos membros originais dos Wailers,e mereceram ser chamados de ´´Original Wailers´´...
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MEMBROS DO GRUPO
Al Anderson (Guitarra solo/vocais)
Junior Marvin ( Vocais de ligação/Guitarra solo)
Rohan Reid (Baixo)
Paapa Nyarkoh (Bateria)
George Kouakou (Keyboards-teclados) (2008-09)
Christian Cowlin (Keyboards-teclados)
Jawge Hughes (Keyboards-teclados) (2009-present)
Erica Newell (Backing Vocais)

SERVIÇOS:
LOCAL:AFRICAN BAR - BELÉM -PA
INICIO:21HS
SEQUENCIA DOS DJ DOS PROJETO REGGAE É CULTURA:
NA BOATE
ENLSON NONATO
SERGINHO MORAES
CURI PEDRA
DANIEL MORAIS

sábado, 12 de dezembro de 2009

THE CONGOS EM BELÉM


Cedric Myton nasceu na pequena ilha da Jamaica. Desde muito cedo, já sabia o caminho que iria seguir na vida - a música. Aos dezesseis anos de idade gravou a primeira canção com o grupo The Tartans, "Dance All Night" onde chegou ao número um nas paradas da música Jamaicana. Em 1975 Cedric e Lincoln Thompson formaram o mediático grupo Royal Rasses, o som "Humanity" e o consequente single com o mesmo nome, ainda é relembrado como uma das mais consagradas canções da história da música. Um ano depois formou um dos grupos Roots mais aclamados de todos os tempos - The Congos.

Eram constituídos na formação original por, Cedric Myton, Watty Burnett Lindberg "Preps" Lewis e Roydel Johnson. Em colaboração com o gênio, Lee "Scratch" Perry que saiu em 1977 o LP "Heart Of The Congos", um disco simplesmente brilhante a todos os níveis e um dos discos mais bem conceituados da história da música. Um ano depois, Roydell Johnson deixou o grupo. "Congo Ashanti", segundo disco do grupo, foi promovido extensivamente na Europa pela gravadora CBS (Francesa). The Congos e Toots & The Maytals surgiram juntos no filme "Image Of Àfrica. Nesse mesmo ano sairia o terceiro registo do grupo, alusivo ao filme. "Face The Music" saiu em 1981, o projeto mais sólido do grupo depois de "Heart Of The Congos", bem harmonizado, solenememte tocado, mais um clássico.

Ao longo da segunda metade da década de oitenta e ainda hoje, este grupo reside e atua regularmente nos Estados Unidos. "Natty Dread Rise Again" pela RAS Records, marcou o regresso do grupo depois de quinze anos afastados dos estúdios. Nesse mesmo ano a gravadora britânica, Blood & Fire, brindou os fãs do The Congos de todo o mundo, com o relançamento em dois compact disc, de "Heart Of The Congos", para além da excelente qualidade de som, ainda lhe acrescentou quatro bônus, "Row Fisherman Row" e "Congoman", versões 12’ single, cedidas pela Island Records e duas versões Dub. Dois anos depois surgiu "Reggae Revival" para a VP Records, um projeto que marcou uma nova etapa na longa história da banda.

Foram (re)lançados em compact disc pelo mesmo selo a maior parte do catálogo do grupo. No ano passado foi lançado o primeiro registro ao vivo com a A-Team band, e este ano "Lion Treasure", uma retrospectiva da exímia longa jornada deste grupo musical jamaicano. Paralelamente, Cedric Myton trabalhou ao longo destes anos com os grupos English Beat, General Public e os bem conhecidos Fine Young Cannibals.

SERVIÇO:
LOCAL : AFRICAN BAR
INICO:16HS
NA BOATE DJS DO PROJETO REGGAE É CULTURA
ENILSON NONATO,CUR PEDRA ,DANEIL E SERGINHO MORAES

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

THOMÉ VIANNA EM BELÉM



Thomé Vianna, cantor, compositor e contrabaixista fundou em 1990 a Banda Ragga, na Cidade de Salvador/BA. Ao longo dos anos, o grupo vem mostrando seu trabalho e talento, cada vez mais conquistando espaço no cenário nacional. Com três CDs gravados (“Lama de Mangue”, “Banda Ragga Ao Vivo” e “Igualdade pra Viver”), participações em coletâneas e DVDs com músicas autorais, a Banda Ragga se destaca pela criação de um Reggae com novos elementos e batidas, marcadas por diversas influências da música brasileira e africana, mas sem fugir das raízes do som da Jamaica.

Além da experiência em grandes palcos do Brasil, a Banda Ragga tem tomado a frente do Bloco “Banana Reggae” por 9 anos, levando o Reggae para a maior festa de rua do planeta – o Carnaval de Salvador.o Bloco Banana Reggae já teve como atrações convidada por Thomé Vianna, A Banda Tribo de jha, e o Cantor Lazzo fim do Canadá banda também esteve presente nos Carnavais de 1990 a 2009, a convite da Prefeitura Municipal de Salvador e da Bahiatursa, órgão responsável pelo Turismo na capital baiana.

Como banda de apoio, os músicos da Ragga já dividiram o palco também com atrações internacionais como Andrew Tosh, Harold Caribbean Primitive, e Rick hunsband tendo se apresentado em diversas cidades Brasileiras como Maceió, Aracaju e Salvador.

Músicos experientes e versáteis fazem da Banda Ragga uma das grandes forças da música Reggae no Brasil. Se você ainda não conhece o som do grupo, conecte-se e faça parte dessa experiência única!

CONTATOS

Telefones: 55 (71) 3460-6013 / 55 (71) 9129-7329

E-mail: thomevianna@hotmail.com

Página na Internet: http://www.myspace.com/thomevianna

Download de músicas: www.musicompras.com.br/thomevianna
www.southreggae.com
www.radiogarage.com
Youtubethomevianna/bandaragga


Blog:
http://thomeviana.blogspot.com/

SERVIÇO:
TRIBUTO A ZUMBI DOS PALMARES
DIRETO DA BAHIA: THOMÉ VIANA E BANDA RAGGA
AÇAI BIRUTA
DIA 29/11-DOM.
AS 17HS
MAIS BRIS ZABOA E YEMAN JAH
DJS:ALEX ROOTS E VITOR PEDRA
+ OS DJ DO PROJETO REGGAE É CULTURA
ENILSON NONATO
SERGINHO MORES
CURY PEDRA
REALIZAÇÃO:AMOR

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Programa Cultura Reggae ,Faz Homenagém a Peter Tosh

1-BEBEL CHAVES E ENILSON NONATO
2-ENILSON NONATO E BEBEL CHAVES

3-ENILSON NONATO ,FABIO ROOTS E BEBEL CHAVES




4-BEBEL CHAVES -APRESENTADORA DO CULTURA REGGAE



5-BEBEL CHAVES,ENILSON NONATO E PATRICIA BAIA-PRODUTORA DO CULTURA REGGAE



O Programa Cultura Reggae da Rádio Cultura FM 93,7 ,fez homenagéns ao mestre Peter Tosh,pelos 22 anos de sua morte,no último dia 19 de setembro de 2009, no quadro "dj na pista," qual, foi apresentado pelo DJ Enilson Nonato ,que também é colaborador do programa. Na sequénca Enilson tocou o começo com os The Wailers” até ,sua passagém pelo Rolling Stones e sua carreira solo.

Conheça a sequencia:
1-Stop That Train 11 - African
2--400 Years 12 -Peter Tosh -Ao vivo no Brasil
3-. LEGALIZE IT 13-Peter Tohs - Feel Nowai
4- - Equal Rights 14-Peter Tosh - Bush doctor
5--Peter Tosh and Mick Jagger - Walk And Dont Look Back
6-Peter Tosh Mystic Man 15-Peter Tosh - Pick myself up
7. WHATCHA GONNA DO 16. KETCHY
8- Peter Tosh - Johnny B_ Goode
9- -Peter Tosh - No Nuclear War
10-Peter Tosh - Mama Africa


Por: Hanna Abreu

terça-feira, 22 de setembro de 2009

HISTÓRICO DE AÇÕES












Um pouco da história da Associação cultural dos movimentos reggae do Pará,algumas ações no inicio dos anos 90...



segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A VOLTA DO COISA DE NEGRO




Foto 1:Djs do Projeto reggae é cultura -Daniel,Enilson,Curi e Serginho .
Foto2:Massa Regueira.
Foto3:Em Reforma.
O Espaço cultural Coisas de Negro começou com um pequeno comercio que vendia frutas, hoje com 16 anos de existência se tornou um grande ponto de referencia da Cultura Negra Paraense.

Ao longo desse tempo vários grupos musicais como Cristal Reggae, Mundé e Curimbó de Bolso surgiram nesse espaço cultural localizado na AV. Lopo de Castro nº. 1081 – entre 5° e 6° Rua em Icoaraci.

Segundo Mestre Ray idealizador do Coisa de Negro “o Carimbó hoje é mais evidente as pessoas já estão aceitando muito mais, aquele coisa de dizer que o nosso ritmo é coisa de velho já acabou, aqui as rodas de carimbó acontece há sete anos, aos domingos, espalhando a nossa musica que é mais populares expressões da cultura paraense para toda Cidade de Belém do PA.”.

Entre os vários projetos que Coisas de Negro desenvolvem estão Confecção de instrumentos de percussão ministrada pelo próprio mestre Ray também vocalista do grupo Mundé e todo processo de confecção de Bonecos projeto que esta chegando agora nas escolas como Alfredo Chaves.

Atualmente a Associação dos movimentos Reggae (AMOR) esta promovendo todos os Sábado, o projeto REGGAE É CULTURA com os DJs do núcleo comunitário Sintonia do Reggae.
DJs Serginho, Enilson, Daniel e Curi Pedra.

PROGRAMAÇÃO:

REINAUGURAÇÃO DA 1° PARTE DO ESPAÇO CULTURAL COISA DE NEGRO
E A VOLTA DO PROJETO REGGAE É CULTURA.

DIA 03 DE OUTUBRO(SÁBADO)
INICIO AS 21HS
INGRESSOS:3,00

LOCAL:COISA DE NEGRO – TV LOPO DE CASTRO – ENTRE 5° E 6° RUA- ICOARACI – BELÉM-PA


VENHAR CURTIR A UMA SUPER NOITE DE REGGAE, COM MUITO ROOTS,RECORDAÇÃO E NACIONAL.
NA SEGUENCIA DAS PEDRAS:
DJS:ENILSON NONATO,DANIEL MORES,CURI PEDRA E SERGINHO MORAES
PARTICIPAÇÃO VP ROOTS E DJS DA RÁDIO JAH BLESS.

REALIZAÇÃO : AMOR

APOIO:CULTURA REGGAE,REGGAE VIBRATION ,RADIO JAH BLESS ,REGGAE CULTURE


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POR:ENILSON NONATO

10 ANOS DO REGGAE VIBRATION




Foi muito massa a festa dos 10 anos do Programa reggae vibration (Rauland FM 95,5)no dia 12 de Setembro no African Bar ,que contou com a presença da Radiola FM Natty Naifson direto do Maranhão e mas Dj Alex Roots , só no vinil e o próprio Natty Naifson na sequencia das atualidades,para o Publíco Maranhense. Na Boate Refrigerada contou com as Bandas YAMANJAH E BRIS ZABOA,MAS QUE MANDOU VER, FOI OS DJS DO PROJETO REGGAE É CULTURA,ENILSON NONATO ,CURI PÉDRA E VITOR PEDRA,mandando o verdadeiro roots reggae e muita recordação para massa, que lotou o ambiénte...Parabéns Reggae Vibration ,vida longa...




Por: Enilson Nonato

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

GREGORY ISAACS NA AMERICA DO SUL


Comemorar 40 anos de uma carreira de sucesso pelos 7 continentes não é para qualquer um, e Gregory Isaacs, um dos maiores nomes do Reggae Jamaicano de todos os tempos mostra porque é amado por todos os cantos do mundo em cada uma de suas apresentações.

Gregory nasceu em Kingston, capital da Jamaica no início dos anos 50 e enfrentou uma vida muito difícil desde o início, acumulando uma série de profissões. Sempre atento à música, dom esse que lhe foi revelado mais tarde, o "Calmo Soberano' como é chamado na Jamaica começou sua carreira em 1968 com o single "Another Heartache". Deste então, Gregory Isaacs vem conquistando cada vez mais o coração das pessoas com o seu INCOMPARÁVEL número de hits como "Tune in", "Soon Forward", "Slave Master" e "Night Nurse", regravada inclusive pelo grupo Simply Red.

Até o presente, Gregory é um dos artistas que mais possui músicas de sucesso gravadas no mundo, tendo como marca registrada as suas belíssimas canções de amor, que são cantadas com todo sentimento e originalidade. Na sua Turnê pela América do Sul em 2009 estará sendo lançando o seu novo álbum - "A Brand New Me" (Um novo eu), que certamente terá faixas inclusas no seu repertório de sucessos.

O artista continua sendo o recordista de público do Reggae Jamaicano no Brasil após ter atraído multidões de 20 a 30 mil pessoas, como foi na Gravação do seu DVD em 2004 no país. A Intershows.net estará trazendo essa fera à América do Sul e datas estão disponíveis a partir da primeira semana de novembro, portanto não perca tempo e agende já a sua!

PARA CONTRATAR

INTERSHOWS.NET
intershows@intershows.net
+55 71 3498-8812 +55 71 3498-8812 (Office)
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ENTREVISTAS E ASSESSORIA DE IMPRENSA
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55*91*2034 (Nextel)


Clique aqui e assista o vídeo de "Night Nurse" (Ao Vivo no Lendário Reggae Sunsplash).

Clique aqui e escute a belíssima "Hot Stepper".

Clique aqui e baixe o novo hit "Come take my Hand".

Clique aqui e assista o vídeo do sucesso "House of the Rising Sun".

Clique aqui e assista a participação de Gregory no maior filme sobre reggae da história - "Rockers" com a faixa "Slave Master".

Por:ENILSON NONATO

domingo, 6 de setembro de 2009

O RASTAFARIANSMO


O Rastafarianismo nasceu nos anos 30, na Jamaica. As suas raízes são o pensamento de Marcus Garvey e as palavras de Haile Selassie I. Segundo consta, num domingo em 26, Garvey, durante a missa terá dito: "Olhem para Leste, para África, onde um negro será coroado Rei." E assim foi, a 2 de Novembro de 1930, Ras Tafari Makonnen, foi coroado Rei, alegando descendência do Rei Salomão de Jerusalém e da Rainha Makeda de heba. Adoptou o nome de Haile Selassie I ("o poder da divina trindade") e foi designado 225º Imperador da dinastia Salomônica, Eleito de Deus, Rei dos Reis, Senhores dos Senhores, Leão Conquistador da Tribo de Judá.

Na Jamaica, os escravos negros assistiam à realização da profecia bíblica e o regresso de Deus à Terra, como homem vivo. Era o início da redenção e da libertação.
A Fé Rastafariana pode ser interpretada de várias formas e quase todos os Rastas têm as suas próprias idéias pessoais acerca das coisas. RasTafari é uma forma de vida (e não uma religião), com muitas ligações à fé judaica e cristã. Os Rastas acreditam que Jah (Deus) se mostra sob

forma humana de tempos a tempos. Marcus Garvey, na década de 1920, profetizou que Jah apareceria como um Rei negro de África. Este rei, segundo os Rastas é Sua Majestade Imperial, o Imperador Haile Selassie I, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.

Os Rastafarianos levantam a voz contra a opressão, pobreza e desigualdade... não apenas idéias religiosas mas problemas globais.
O movimento, já espalhado pelo mundo, é considerado um movimento apocalíptico, que acredita que o Novo Reino está prestes a chegar. Este Reino trará a redenção da humanidade e de África, Sião (a terra sagrada). O redentor e pai é Haile Selassie I.

Os Rastas libertaram a Bíblia, tornando-a numa realidade viva para os povos do mundo, com a sua interpretação dela. O caminho e a missão Rasta não pode parar nem ser sabotado. Como diz na Bíblia, eles foram e serão odiados pelos homens, acusados falsamente, objetos de escândalos e perseguidos por serem Rastafari, mas o seu destino é ser a pedra angular, as fundações
''Enquanto a cor da pele dos homens for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra''
(Bob Marley)
Por:Enilson Nonato

JAH


Jah ou Yah (hebraico יָהּ) é uma forma poética abreviada do Tetragrama YHVH (יהוה), o nome atribuído a Deus. Esta forma abreviada é representada pela primeira metade do tetragrama, isto é, as letras yohdh (י) e he’ (ה), respectivamente a décima e a quinta letra do alfabeto hebraico.
Nas Escrituras Hebraicas, Jah ocorre 50 vezes, 26 vezes sozinho, e 24 vezes na expressão “Aleluia” ou “Hallelujah‎”, a qual é literalmente uma ordem: “Louvai a Jah” , ou "Louvem! Adorem! (הַלְּלוּ
Uso do termo Jah
A ocorrência de Jah ou Yah no original, é atualmente desconsiderada em certas versões da Bíblia, mas usadas em outras. Segue-se alguns exemplos:
Em português, a versão Almeida Revista e Corrigida [1] e a versão do Pontifício Instituto Bíblico respectivamente, têm JÁ e Jah apenas uma vez. (Salmo 68:4 [5])
Na língua inglesa, na Versão Revisada Inglesa (English Revised Vkersion) [2] ocorre duas vezes no corpo do texto (Sal 68:4; 89:8), e a Versão Padrão Americana (American Standard Version) [3] substitui a palavra em todo lugar pela forma integral, “Jehovah” (Jeová); mas, estas duas últimas versões, em praticamente todas as ocorrências da forma contrata, trazem-na à atenção nas notas de rodapé.
A Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas[4] preserva todas as 50 ocorrências de Jah; e, em inglês, a Bíblia Enfatizada de Rotherham (Rotherham's Emphasised Bible) [5], 49 vezes.
Nas Escrituras Gregas Cristãs, Jah aparece quatro vezes na expressão Aleluia. A maioria das versões bíblicas emprega o equivalente da expressão grega sem traduzir, mas a versão, em inglês, de G. W. Wade [6] a traduz: “Louvai a Jeová(Praise Jehovah)”, e a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas reza: “Louvai a Jah!”
A única sílaba, Jah, está usualmente ligada com as emoções mais comoventes de louvor e de cântico, de oração e de súplica, e, em geral, é encontrada nos casos em que o tema do assunto se refere ao regozijo resultante da vitória e da libertação, ou nos casos em que há o reconhecimento da poderosa mão e do poderio de Deus.
A frase: “Louvai a Jah!” (Aleluia!) aparece nos Salmos como doxologia, isto é, como expressão de louvor a Deus, ocorrendo a primeira vez no Salmo 104:35. Em outros salmos, pode aparecer apenas no início (Sal 111, 112), ocasionalmente numa parte do salmo ( 135:3), às vezes apenas no fim (Sal 104, 105, 115-117), porém, freqüentemente, tanto no início como no fim (Sal 106, 113, 135, 146-150). No livro de Revelação (Apocalipse), personagens celestiais repetidas vezes enfatizam seu louvor a YHVH com esta expressão. — Apocalipse 19:1-6.
Os casos restantes em que “Jah” aparece também refletem a exaltação em cânticos e em petições a JHVH. Há o cântico de libertação entoado por Moisés. (Êxodo 15:2) Nas referências encontradas no livro bíblico de Isaías, percebe-se ênfase dupla ao combinar os dois nomes: “Jah Jeová (Jah Jehovah).” [7](Isaías 12:2; 26:4)
O nome de Deus estava também incorporado em muitos nomes pessoais em hebraico. Assim, lemos sobre Adonias “Yah é meu Senhor”, O nome Elias: "Meu Deus é Jah", na transliteração de Elijah. ou Miquéias “Quem é semelhante a Jah?” , são apenas alguns exemplos. - Estudo Perspicaz das Escrituras[8], explanação: it-2 470-1 Jah Jeová: ip-1 169-70.
Outro uso do termo
Jah também é o nome usado para deus no movimento religioso rastafári ("rasta"). Esse nome veio do hebraico יָהּ = Yah [Jah].
Os adeptos do movimento rastafári consideram ter sido Hailê Selassiê I, da Etiópia, o símbolo religioso da encarnação de Jah. Referem-se a ele pelo título de Jah Rastafari. Alguns consideram ter sido ele a própria personificação de Jah, mas esta é apenas uma interpretação ou metáfora na crença Rasta. Todos e cada um dos adeptos do rastafári é encorajado a buscar a verdade por si próprio e nenhum dogma central é imposto.

Por:Enlson Nonato

HAILÉ SELASSIÉ


Haile Selassie (também grafado Hailé Selassié (português europeu) ou Hailê Selassiê (português brasileiro); em ge'ez: ኃይለ፡ ሥላሴ, "Poder da Trindade"[1]; Ejersa Goro, 23 de julho de 1892 – Adis Abeba. 27 de agosto de 1975), nascido Tafari Makonnen e posteriormente conhecido como Ras Tafari, foi regente da Etiópia de 1916 a 1930 e imperador daquele país de 1930 e 1974. Herdeiro duma dinastia cujas origens remontam historicamente ao século XIII e, tradicionalmente, até o Rei Salomão e a Rainha de Sabá, Haile Selassie é uma figura crucial na história da Etiópia e da África.[2][3]
É considerado o símbolo religioso do Deus encarnado, entre os adeptos do movimento rastafári, que conta com aproximadamente 600.000 seguidores atualmente.[4] Os rastafáris também o chamam de H.I.M., sigla em inglês para "Sua Majestade Imperial" (His Imperial Majesty), Jah, Ras Tafari and Jah Rastafari.
Durante o seu governo, a repressão a diversas rebeliões entre as raças que compõem a Etiópia, além daquele que é considerado como o fracasso do país em se modernizar adequadamente,[5] lhe rendeu críticas de muitos contemporâneos e historiadores.[6]
Seu protesto na Liga de Nações, em 1936, contra o uso de armas químicas contra o seu povo foi não só um prenúncio do conflito mundial que se seguiria, mas também representou o advento do que se chamou de "refinamento tecnológico da barbárie",[7] característica que veio a marcar as guerras do período.
Selassie era um orador talentoso, e alguns de seus discursos foram considerados entre os mais memoráveis do século XX.[7] Suas visões internacionalistas levaram a Etiópia a se tornar membro oficial das Nações Unidas, e sua experiência e pensamento político ao promover o multilateralismo e a segurança coletiva provaram-se relevantes até os dias de hoje.[8]
Origens e ascensão
Nascido Tafari Makonnen, casou-se em 1911 com Wayzaro Menen, filha do imperador Menelik II, assim tornando-se príncipe, ou Ras, em amárico. Tafari significa, por sua vez, indomável. O neto de Menelik II, Lij Iyasu (Iyasu V), tornou-se imperador em 1913, mas foi deposto por uma assembléia de nobres, em conjunto com a Igreja Ortodoxa Etíope, por suspeita de ter se convertido ao islamismo. Assumiu Zewditu, também filha de Menelik II, que morreria em 1930. Mesmo antes da morte de Zewditu, Ras Tafari já havia assumido a regência da Etiópia (em 1917), e foi investido como rei (negus) em 1928. Finalmente, em 2 de abril de 1930, a imperatriz morreu, e em 2 de novembro do mesmo ano Ras Tafari tornou-se o 225º imperador na dinastia que remontava, segunda a crença, ao Rei Salomão e a Rainha de Sabá. Novamente muda de nome, para Haile Selassie (que significa O Poder da Divina Trinidade) ou, na forma completa, Sua Majestade Imperial, Imperador Haile Selassie, Eleito de Deus, Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, Leão Conquistador da Tribo de Judá
O primeiro império
Iniciou então um governo que buscava modernizar a Etiópia, seguindo as linhas gerais traçadas por Menelik II: principalmente trazer tecnologia para a Etiópia e inserir o país no contexto da comunidade das nações. Seu discurso na Liga das Nações, em junho de 1936, sobre a guerra em geral e sobre a invasão da Etiópia pela Itália (1935), é considerado um dos mais belos e coerentes pronunciados por um líder político (o país havia sido admitido na Liga das Nações em 1923, logo após abolir a escravatura). Selassie também deu a Etiópia a primeira constituição de sua história, em 1931.
Exílio
A invasão da Etiópia pela Itália em 1935 foi uma traição dos acordos celebrados entres esses países no ano de 1928. Também a Liga das Nações não fez sua parte, numa atitude muito semelhante àquela adotada pela Inglaterra e pela França em face a invasão alemã na Tchecoslováquia — com a diferença de que o país invadido não pertencia à Europa, e sim à esquecida África. Benito Mussolini recebeu uma condenação formal da liga, mas foi encorajado pela falta de atitudes desta para com seu ato injustificável. A invasão deflagrou a Segunda Guerra Ítalo-Etíope. Em 1936 Selassie se viu obrigado a se retirar para o exílio na Inglaterra, deixando o posto de imperador.
O golpe militar
O país enfrentou anos difíceis no início da década de 1970. A grande fome de 1972–1973 agravou a contestação ao governo imperial, somando-se aos problemas políticos e à corrupção.
Em 12 de janeiro de 1974 registrou-se uma rebelião militar contra Selassie. Em junho, um grupo de cerca de 120 comandantes militares, formalmente fiéis ao imperador, formou um comitê para exercer o governo. Em 27 de setembro Selassie foi deposto por um golpe militar de inspiração marxista, que instituiu um Conselho Provisório de Administração Militar. Preso pelo novo governo, Selassié veio a falecer em 27 de agosto de 1975, oficialmente por complicações decorrentes de uma operação da próstata. Essa versão é contestada por seus apoiadores e familiares, que entendem que o ex-imperador foi assassinado em sua cama[carece de fontes?].
Em 1991, após a queda de Mengistu Haile Mariam, foi revelado que os restos mortais de Selassié tinham sido conservados no porão do palácio presidencial. Finalmente, em 5 de novembro de 2000, receberam um funeral da Igreja Ortodoxa Etíope digno, sendo sepultados. A família do cantor Bob Marley esteve presente na cerimônia.
Legado
É reconhecida a influência que Haile Selassie teve sobre o movimento negro, em especial em lideranças do movimento negro, como Martin Luther King e Nelson Mandela. Além disso, Selassie é encarado como um messias por parte de uma religão de origem jamaicana, o Rastafári, que crê que Haile Selassie vive, conduzirá os negros de volta à África, e é Deus Vivo.
Discurso de Selassie na Liga Das Nações em 1936
Texto esse que serviu de inspiração para a música “War” que se tornou um dos maiores clássicos de Bob Marley.
"Enquanto a filosofia que declara uma raça superior e outra inferior não for finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada; enquanto não deixarem de existir cidadãos de primeira e segunda categoria de qualquer nação; enquanto a cor da pele de uma pessoa não for mais importante que a cor dos seus olhos; enquanto não forem garantidos a todos por igual os direitos humanos básicos, sem olhar a raças, até esse dia, os sonhos de paz duradoura, cidadania mundial e governo de uma moral internacional irão continuar a ser uma ilusão fugaz, a ser perseguida mas nunca alcançada. E igualmente, enquanto os regimes infelizes e ignóbeis que suprimem os nossos irmãos, em condições subumanas, em Angola, Moçambique e na África do Sul não forem superados e destruídos, enquanto o fanatismo, os preconceitos, a malícia e os interesses desumanos não forem substituídos pela compreensão, tolerância e boa-vontade, enquanto todos os Africanos não se levantarem e falarem como seres livres, iguais aos olhos de todos os homens como são no Céu, até esse dia, o continente Africano não conhecerá a Paz. Nós, Africanos, iremos lutar, se necessário, e sabemos que iremos vencer, pois somos confiantes na vitória do bem sobre o mal".
No Brasil
Na visita de Haile Selassie ao Brasil estourou um golpe de Estado em Adis Abeba; o embaixador Edmundo Barbosa da Silva, secretário-geral do Itamaraty, foi encarregado de transmitir ao imperador a notícia do golpe e levou-o ao aeroporto. Na ocasião, ouviu dele a garantia de que voltaria a seu país e debelaria a insurreição "sem derramar uma gota de sangue". De fato, assim procedeu: mandou executar todos os rebelados na forca.[9]

Por:Enilson Nonato

LEÃO DA TRIBO DE JUDÁ



Segundo teólogos e alguns historiadores, por volta do século XV a.C. ocorreu o Êxodo dos hebreus do Egipto para a terra de Canaã. A narração do livro do Êxodo descreve esta época, e posiciona a tribo de Judá como a mais numerosa de todas as tribos de Israel (desconsiderando-se a tribo de José, tradicionalmente dividida entre as meia-tribos de Efraim e Manassés).
Em Números 1:26-27 contam-se 74600 integrantes desta tribo, refletindo a sua importância no contexto da congregação israelita no seu princípio. Entretanto, este número pode ter sido mascarado pelo fato do relato bíblico acerca do Êxodo ter sido compilado muito tempo depois, talvez já no período final dos Juízes ou na monarquia unificada, quando Judá já era uma entidade de certa forma destacada do restante das tribos de Israel. De toda forma, apesar da discussão sobre se todas as tribos emigraram do Egito ou se eram populações autóctones da Palestina que, em dado momento, invadiram e povoaram a Palestina, é opinião da maioria que Judá, juntamente com Levi, Efraim, Manassés, Benjamim e Simeão, teriam sido as tribos que vieram do Egito.
A conquista de Canaã foi, aparentemente, constituída de invasões independentes de cada uma das tribos a territórios pré-estabelecidos. A Judá coube uma região ao sul, entre o deserto de Negueve e o Sefelá, o maior dos territórios partilhados. Cidades importantes, como Belém, Hebrom, Arade, Bete-Semes, Laquis e Berseba foram incluídas nos seus domínios. A tribo de Simeão, inicialmente posicionada ao sul de Judá, pode ter sido eventualmente absorvida por esta, visto que sua localização (e sua própria identidade) se torna gradativamente mais incerta ao longo do Velho Testamento, mas há hipóteses de que Simeão tenha sido também absorvida por povos vizinhos, especialmente Moabe.
A partir do livro de Rute, os cronistas bíblicos procuram traçar uma genealogia baseada na cidade de Belém, desde Judá até o rei Davi, fazendo com que as palavras de Jacó sobre Judá se tornassem concretas, e sua dinastia se afirmasse como aquela designada por Deus para governar Israel. Profetas posteriores, especialmente durante a primeira diáspora, prediziam que um rei da linhagem de Davi viria para salvar Judá das mãos de seus inimigos. Mais tarde, no Novo Testamento, os cronistas empenham-se em atribuir a Jesus descendência direta da Casa de Davi, mais uma vez corroborando com a bênção de Jacó, uma vez que Jesus, para toda a cristandade, é rei sobre todos os homens.
No entanto, politicamente, Israel já não se identificava com as demais tribos no período relatado nos livros de Samuel. O profeta Samuel, por volta de 1050 a.C., teria ungido Saul, da tribo de Benjamim, como rei de todo Israel. Surpreendentemente, a soberania de Saul se afirmou em todas as tribos de maneira geral, e ele pôde assim empreender guerras contra os Filisteus a oeste. Mas logo alguns eventos associados ao pecado e à ira de Deus fizeram com que Saul perdesse gradativamente o controle sobre esta guerra, e Davi, de Judá, ungido também por Samuel, tomou o poder.
A separação de Judá e Israel ocorre na própria coroação de David, em Hebrom, como rei de Judá, enquanto Isbosete, filho de Saul, era aclamado rei do restante de Israel. Após um período de guerra civil, Davi venceu os partidários da Casa de Saul e foi aclamado como rei por todas as tribos.
O reinado de Judá sobre as outras tribos durou até o final do reinado de Salomão, filho de Davi, em 931 a.C. Neste período, as diferenças políticas entre Judá e Israel acentuaram-se graças às diferenças no montante de tributos destinados a Judá e Israel. Em um período de grandes obras, como as guerras expansionistas de Davi e a construção do Templo de Jerusalém, a carga de impostos deve ter provocado um profundo descontentamento em Israel. A morte de Salomão significou uma oportunidade para uma revolta contra o governo de Jerusalém, liderada por Jeroboão, que proclamou a independência das 10 tribos do norte (Judá e Benjamim permaneceram unidas. Simeão não era mais particularmente mencionada como uma região geográfica, e é possível que fizesse parte das 10 tribos apenas como membros desta tribo dispersos pelas terras do norte). O território correspondente a Judá e Benjamim, ao sul, permaneceu como um reino à parte, liderado por Roboão, filho de Salomão e seus descendentes. Nascia o Reino de Judá.

Por :Enilson Nonato