quarta-feira, 18 de março de 2009

quinta-feira, 12 de março de 2009

A VOLTA DO DJS QUARTETO FANTÁSTICO


DJS: QUARTETO FANTÁSTICO - ENILSON NONATO ,DANIEL MORAIS,CURI PEDRA E SERGINHO MORAES

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

FOTOS RASTA ALVIN,NO PROGRAMA CULTURA REGGAE



EM MAIO KAMAPHEW TAWÁ EM BELÉM

Revista baiana dá a fala ao Rastafari Kamapheu Tawá e traz a tona as controvérsias da questão da Ganja no Brasil. Para ilustrar o avanço da luta que o Rastafari, manifestação cultural e religiosa, vem alcançando no Brasil, sobretudo no estado da Bahia, apresentamos em nossa pauta esta excelente matéria publicada na revista soteropolitana Metrópole. Um caderno editorial sério e de distribuição gratuita, que tratou a polêmica em torno do uso de substâncias psicoativas em cultos de religiões xamânicas, como é o caso da Ganja para o Rastafari, de forma respeitosa, elucidativa e contundente. Através do artigo podemos perceber que a questão em torno do uso do entendimento sobre o uso da erva, ainda criminalizada e marginalizada no Brasil, já conta com apoio e adesão de inúmeras entidades civis organizadas, personalidades públicas, e comunidade científica. Mais uma vez o movimento Rastafari baiano prova que seja coletivamente, ou pela luta e militância individual de cada um de seus seguidores Rastafari, é possível estabelecer um diálogo perseverante e lúcido no propósito de chegarmos a uma definitiva solução, para o já tardio e fora de tempo, preconceito para com o uso medicinal, terapêutico e religioso da cannabis sativa. Deixe Acender Se o chá da UDV (União do Vegetal) é liberado, por que a maconha dos Rastafais não? Desde 1996, quando o Conselho Federal de Entorpecentes (Confen) liberou o uso ritualístico das plantas alucinógenas utilizadas pelos adeptos de religiões de origem indígena, os seguidores da religião Rastafari, que usam a "maconha" como instrumento de culto religioso, aguardam o mesmo privilégio. À época, o Confen, em pouco mais de dois meses, organizou um comitê interdisciplinar de pesquisa - composto por juristas, psiquiatras, psicólogos, sociólogos e antropólogos - que analisou o contexto do uso do chá de daime e retiraram o vegetal da lista de drogas ilícitas do Ministério da Saúde.21 anos depois, os Rastafaris aguardam do Confen o mesmo tratamento. "Existe a forma Rastafari de usar (maconha) e a forma que as outras pessoas usam" , explica Kamarphew Tawá, sobre a utilização da cannabis sativa dentro do movimento que Bob Marley ajudou a popularizar com sua música. O cantor e líder da Associação Cultural Aspiral do Reggae (Acareggae), localizada no terceiro andar de um velho casarão no Pelourinho (salvador/BH), fala com desenvoltura sobre o histórico de segregação sofrido pelos adeptos da doutrina originária da África. Na cultura Rastafari a utilização da maconha é feita de forma distinta do que se vê por aí. A começar pelo plantio da erva, que é algo de fundamental importância no culto. É o contato com a terra, e a terra é Jah (Deus), é o contato com Jah", elucida o Rastaman. A ganja - como chamam a cannabis - utilizada no ritual rasta deve ser a mais pura possível, de preferência cultivada pelos próprios seguidores do movimento. Tawá lembra que os adeptos da filosofia Rastafari não consomem outro tipo de substância psicoativa ou considerada droga - lícita ou não. "Nem mesmo haxixe (derivado concentrado da maconha) a gente usa", esclarece. Num culto semelhante ao rastafariano, realizado pelo união do vegetal (UDV) e pelo Santo Daime, ambas as religiões de origem xamânica, também se faz uso de uma substância psicoativa ou enteogênica em suas celebrações. Trata-se da ayahuasca - nome de origem quechá que significa "cipó dos espíritos". Conhecida também como vegetal, daime ou, simplesmente, hoasca, a bebida sacramental é feita de duas plantas nativas da floresta amazônica: o cipó Banisteriopsis Caapi (chamado pelos sectários da UDV de "mariri" e pelos adeptos do Santo Daime de "jagubi") e as folhas do Psicortia Viridis (entre os udvistas conhecida como "chacrona" e pelos daimistas apelidade de "rainha"). A infusão, que náo é proibida, demora horas para ficar pronta, e é considerada uma das realizações etnobotânicas mais significativas das culturas indígenas. Na cultura Rastafari e nas religiões ayahuasqueiras, o objetivo da utilização da substância enteogênicas é o mesmo, segundo o professorEdward Mcrae, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA (Universidade Federal da Bahia). "Todas, a seus modos, buscam conectar-se com o divino", afirma. Com doutoramento em Antropologia pela USP (Universidade de São Paulo), onde estudou a utilização de substâncias psicoativas dentro das religiões, McRae já assinou manifesto defedendo o uso da maconha para fins medicinais, e é eminentemente a favor de sua utilização cerimonial. "Eu considero a proibição uma afronta ao direito religioso das pessoas. A gente tem que respeitar o sentimento religioso de cada um. Ele daz parte da humanidade, conclui. Apesar dos semelhantes propósitos e da origem natural comum das substâncias utilizadas nos cultos citados, a forma como a Justiça e a sociedade brasileira tratam cada uma das situações é bem diferente. Enquanto aos rastas nunca foi dada a chance de provar que a utilização da ganja em seus rituais tem um fim estritamente religioso, aos ayahuasqueiros, quando foi necessário, tal oportunidade não tardou em ser concedida. Em 1985, quando a Divisão de Medicamentos do Ministério da Saúde (Dimed) incluiu, em caráter proibitivo, o Banisteriopsis caapo na lista de substâncias entorpecentes, udvistas, daimistas e demais seitas que faziam uso cerimonial da substância recorreram ao Confen. Pediram que o órgão examinasse o uso ritual do cipó mariri/jagubi, o que foi prontamente atendido. O uso da ayahuasca doi liberado, porém com a recomendação de que seu uso seja restrito aos rituais sagrados, advertindo o Confn ainda, através da Deliberação 24.08.92, um possível reexame da matéria cso surjam fatos novos a sua utilização. Diferentemente da maconha, encontrada com relativa facilidade pelas ruas da cidade, as substâncias da ayahuasca demandaram cuidadosa apuração da reportagem para chegar à sua única referência fora dos templos da UDV: a barraquinha de folhas e ervas Filha Donas das Águas, mantida há 20 anos na Feira de São Joaquim. Para o professor McRae, somente a UDV faz plantio da folha e do cipó alucinógenos na Bahia. "Normalmente as pessoas têm de trazer lá da Amazônia. Aqui, só a UDV faz o plantio, mas eles são extremamente cuidadosos, plantam só para o uso deles mesmos", acredita. Enquanto isso, independentemente do modo como conseguem a cannabis, o consumo da erva pelos rastamen em seus rituais religiosos continua ilegal. Engana-se quem pensa que o motivo para os adeptos do rastafarianismo não terem os mesmos direitos dos ayahuasqueiros é a falta de representatividade político-social dos rastas.A sétima edição do seminário "QUal a importância de ser Rastafari na Bahia", ocorrido em maio, prova isso. O evento teve apoio de sindicatos e vereadores - entre eles, o presidente da Câmara de Salvador, Valdenor Cardoso - e contou com patrocínio do Governo Federal e da Prefeitura de Salvador. Ao que parece, o que pesa mesmo nesta questão pe o preconceito de uma sociedade hipócrita que admite: tomar um chá para falar com Deu, pode. Fumar unzinho para falar com Jah, não. Fonte:reggaemovimento.com

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O ETERNO JACOB MILLER

A maior expressão do carimbó


A maior expressão do carimbó (música típica que ganhou o mundo representando a Cultura do Pará), nasceu no município de Bragança há 88 anos. Trata-se do Mestre Verequete, extraordinário poeta e compositor popular (veja perfil dele abaixo), que virou tema de cinema e que nesta semana vai mostrar a originalidade de sua música no Navegar Amazônia. Junto com ele vai estar o grupo Uirapuru, fundado por Verequete, e que o acompanha fielmente há várias décadas. O grupo Uirapuru é uma formação clássica de carimbó, contando com dois curimbós (grandes tambores que ficam deitados no chão), violão, flauta, clarinete, banjo e percussão.
Perfil do mestre do carimbó
Augusto Gomes Rodrigues é o nome de batismo de Mestre Verequete, nascido em Bragança, costa atlântica paraense, há 88 anos. Negro, pobre, poeta e compositor, Mestre Verequete é considerado o introdutor do carimbó – manifestação cultural originária da costa atlântica e da Ilha do Marajó (PA). O carimbó é um ritmo afro-indígena, cantado e dançado ao toque de instrumentos de pau e corda que se tornou, com o tempo, a marca registrada do Pará. Mestre Verequete é a maior expressão artística do gênero. Com onze discos gravados, Verequete se prepara agora para o lançamento de mais um CD e segue em plena atividade. Como ele mesmo diz em uma de suas canções: “Tenho versos na cabeça como letras no jornal / Tenho versos na cabeça como areia no mar”. Mestre Verequete foi homenageado recentemente pelo curta-metragem Chama Verequete, de autoria de Luiz Arnaldo Campos e Rogério Parreira, premiado nos Festivais de Belém, Curitiba e Florianópolis. No Festival de Gramado de 2001, o filme ganhou o prêmio de Melhor Música, que tem a assinatura do próprio Verequete
Por:Enilson Nonato

A NOITE DA RECORDAÇÃO

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

AMOR,FAZ HOMENAGÉM A RASTA ALVIN


Rasta Alvim foi um dos pioneiros do Reggae do Pará,e também brasileiro..
Ele começou um movimento na década de 70, mais precisamente em 1977, quando em sua casa Rasta Alvim reunia-se com seus amigos Ras Margalho, Jorge Motora,Ricardo Manssoude e Fernando Ripi. Fernando por sinal foi o primeiro a fundar uma casa de reggae em Belém do Pará chamada de “Toca do Reggae”, com todo apoio dos amigos Alvim e Margalho, que ficava localizada na Passagem Secundino Portela, na Marquês de Herval no Bairro da Pedreira, por onde passaram os melhores DJ’s da época tais como: Ras Margalho, Maestro Bernard, Dj Lídio e muitos outros.Ras Alvim têm sua opinião formada sobre a transformação do reggae, dizendo que hoje em dia muitas pessoas vão ás casas de reggae por pura empolgação sem saber de onde vem, o que as canções transmitem, a diferença entre a filosofia rastafari e o reggae, e que a consciência é a peça chave do verdadeiro crescimento regueiro.No que se refere ao rastarafismo, Alvim ressalta que existem hoje em dia pessoas que se caracterizam como rastas usando dreads (uma das características do rastafarismo) que cantam reggae, mas não seguem a filosofia rasta.Seu vocalista favorito é nada mais nada menos que Bob Marley, “Bob conseguiu ter o dom de ser insubstituível, não morreu está apenas adormecido” – diz ele.Alvim gostaria que as pessoas que vão as casas de reggae, fossem com a certeza de que o reggae traz a paz, a união, a humildade e principalmente tenham a consciência que o reggae não é somente uma dança, mas sim uma cultura muito bonita, fácil de aprender e difícil de esquecer.Alvim é um dos responsáveis pelo crescimento do reggae no Brasil, foi ele quem apresentou o ritmo ao dono de radiola “Riba Macedo”, que começou a tocar o reggae entre os forrós e merengues que tocavam em São Luis do Maranhão. Logo o ritmo caiu nas graças dos maranhenses (aliás, o disco que Riba Macedo levou primeiro para o Maranhão foi o “Reggae Frontline”), Ras Alvim é um dos pioneiros do reggae no Brasil, recentemente foi homenageado pela banda Tribo de Jah com a música “pioneiros do reggae” que foi lançada no cd “Guerreiros da Tribo” onde a banda cita o nome dos pioneiros(Rasta Alvim, Ras Margalho, Riba Macedo, Zé Roxinho, Viegas, Natty Nayfson, Chico do reggae e Serralheiro).
PROJETO REGGAE É CULTURA
APRESENTA
HOMENAGEM A RASTA ALVIN
Uma grande homenagem a um homem muito importante para o reggae em Belém e no Brasil .
DATA:21/02/09
Local: Coisa de Negro – Icoaraci
Inicio:22hs
DJS:ENILSON NONATO +
CURI PEDRA+SERGINHO MORAES +TED LEE
CONVIDADOS
Ingressos : R$ 3,00

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Postado por Ronnie Santos em:

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

ESTÁTUA DE BOB MARLEY



BANATSKI SOKOLAC, Sérvia (AFP) - Um monumento em memória de Bob Marley, apresentado como a primeira estátua do ícone do reggae jamaicano na Europa, foi descoberto na noite de sábado diante de milhares de pessoas em Banatski Sokolac, um pequeno povoado nos confins da Sérvia, perto da fronteira com a Romênia.

A estátua, que mede quase dois metros, representa Bob Marley com sua guitarra, seu gorro "rasta" e o punho direito apontado para o céu.
"Bob Marley combatendo pela liberdade armado com uma guitarra", lê-se na base do monumento.
A estátua foi erguida perto de uma escola primária, em frente ao local onde há quatro anos é realizado o festival de música "Rock Village".
A inauguração atraiu para o povoado de Banatski Sokolac milhares de fãs do "reggae" vindos de todos os cantos da Sérvia, muitos deles agitando bandeiras jamaicanas e retratos do artista.
A noite foi dedicada a ritmos caribenhos e reuniu várias gerações. O evento foi animado por uma das bandas locais mais conhecidas de "reggae", Del Arno Band, e pelos jamaicanos Ras Abraham & The Irie Vibes, convidados especialmente para a ocasião.
Por:Enilson Nonato

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

REGGAE FOI DEBATE NO FSM - 2009




ASSOCIAÇÃO DOS MOVIMENTOS REGGAE DO PARÁ -AMOR, DISCUTE O REGGAE NO FORÚM SOCIAL MUNDIAL 2009.

Com o tema: “reggae instrumento de transformação social” a associação cultural dos movimentos reggae do Pará –AMOR, ministrou uma oficina dentro do Fórum Social Mundial 2009 que aconteceu em Belém -PA, e deve como palestrante: Jah Wise e Rãs Ivan membros da “Casa Rastafári menelik” de São Paulo, Prince Kaloni e Alessandro de Souza da Association Fondering – Suriname, além do coordenador da AMOR Enilson Nonato, com a presença de mas, de 200 regueiros dos diversos Estado do Brasil e até de outros Países como: ( programa canto do mundo,UFPA,SEDUC,UNAMA,UVA,UFRA,CESUPA,UFV,Banda Uiara Roots,RWTH,UFMG,Raízes,UNDB,UCC,UEPA, Grupo de Comunicação Terra de Preto,UNEGRO - RS,Sintonia do Reggae,Movimento Feminista de Pernambuco,RBR,UEMA,Radio Comunitária FM Cabana,UFMA,Irmandade Brasil Jamaica,Movimento HIP HOP de Caxias do Sul – RS ,UCC-Argentina,Radcom Conquista-MA,Rede de Educado,Ananin,DCE-UFSM ,Celebreiro, FUNBOSQUE,ainda representantes dos Países Argentina,Itália ,França etc..
O espaço cedido pela coordenação do evento foi pequeno, pois ficaram muitas pessoas do lado de fora da sala do bloco A da UFPA, nas versões anteriores do FSM não havia acontecido debate semelhante a este, ou seja, o Reggae foi o centro do debate, como facilitador o Enilson Nonato da AMOR, ressaltou da importância do debate, pois o reggae e um movimento Mundial, e as pessoas que curtem o ritmo tem que assumir como um instrumento de transformação social, e seguindo os preceitos de Bob Marley, sempre participar da luta social contra o sistema capitalista, e que não possamos ter vergonha de ser regueiros e sempre fazer a difusão do ritmo, e o desafio seriam construir movimentos reggae em quando entidade social. Os representantes da casa Rastafari, explicaram como funciona o seu trabalho assim como explicou ao publico e tirou duvidas sobre o movimento Rastafari em seguindo o Movimento do Suriname ,falaram sobre o trabalho da associação local ,Apois foi aberto ao Publico. Foi definido enquanto encaminhamentos:
1-Lutar pela aprovação da lei do dia nacional do reggae, (anteprojeto de lei na câmara federal).
2-Realizar encontro nacional do movimento reggae e dos rastafari.
3-Ocupar as rádios comunitárias com programas de reggae.
4-Fazer discussão com as emissoras educativas (rádios e tvs), para criação de programas de reggae.
4-Realizar programação de rua, praças, centro comunitário no dia 06 de fevereiro (nascimento) e 11 de maio (morte).
5-Apoiar a luta do movimento negro contra a discriminação racial.
6-Apoiar as cotas nas universidades.
7- Apoiar as bandas de reggae locais, nacionais e internacionais.
8-Solicitar a coordenação do próximo FSM, uma tenda para os debates do movimento reggae.
9- Busca junto ao ministério da cultura pontos de cultura para o movimento reggae.
10- Solicitar junto as secretarias de cultura municipal e estadual o investimento em programação de reggae.
FORÚM SOCIAL MUNDIAL 2009 -BELÉM-PA BRASIL
28 DE FEVEREIRO 2009
FONTE: AMOR
CONTATO: 91-8818-6746
EMAIL; enilsonamor@hotmail.com

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

JAAFA REGGAE , CASTANHAL -PA





Jaafa Reggae, segundo alguns DJs e jornalista , é considerado um tesouro da nação

musical do nosso Pará Roots, nativo da cidade de Castanhal, a banda ao

longo do tempo tem muitas histórias pra conta, tantos sonhos, quantos

projetos, inesquecíveis momentos em que a banda já participou entre

eles estão; Tributo a Bob Marley realizado pela AMOR - Associação Cultural dos Movimentos Reggae do Pará todos os anos no

segundo domingo de maio na Praça da Republica, e o CD titulado Canto

Tribal, com 16 faixas inéditas em fase de finalização, é um dos mais esperado

no cenário nacional. Hoje JAAFA REGGAE convida a massa pra canta

juntos a Paz nas suas canções (fazendo uma temporada de três meses no

tocando) todos os domingos no Açaí Biruta de cara nova depois das

reformas.

JAAREGGAE É:

Acy Ayres (voz e guitarra base), Marcelo Di Carvalho (baixo), Lourenço

Lima (guitarra solo), Junior Mambo (percussão), Chico Aquino

(bateria), Alexandre Ayres e Lívia Taçula (backing vocal) e Deivide Novaes (teclados).


http://br.myspace.com/353770104

Myspace JAAFA REGGAE cantem as músicas:

Canto tribal (faixa titulo do CD),
Circo na Taba (Reflete a sociedade atual e aponta o trabalho voluntário necessário para estabelece a mudança) Maiandeua
(dedicada a ilha que é uma das riquezas naturais de nossa região amazônica.)

Por: Enilson Nonato

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

ANIVERSÁRIO DE 64 ANOS DE BOB MARLEY




ANIVERSÁRIO DE BOB MARLEY 64 ANOS

• ``Enquanto imperar a filosofia de que há uma
raça inferior e outra superior o mundo estará
permanentemente em guerra. É uma profecia, mas
todo mundo sabe que isso é verdade``.
Bob Marley

Se não tivesse morrido precocemente, vítima de um câncer, em 1981, Bob Marley estaria completado 64 anos, em 6 de fevereiro. Ídolo maior do reggae, Marley fez de sua música um poético e poderoso instrumento de denúncia do racismo e da exploração genocida da África e dos povos pobres do mundo. Mas também de exaltação ao amor, à festa e à vida.

Para celebrar o aniversário de Bob Marley, na sexta, 6 de fevereiro, em vários cantos do mundo pessoas se juntaram para entoar músicas como Redemption Song, a “canção da redenção”, que se tornou um hino mundial à liberdade, através de versos como os seguintes: “Emancipem a si mesmos da escravidão mental, / Ninguém além de nós mesmos pode libertar nossas mentes (...) Você não vai ajudar a cantar estes cantos de liberdade? (...) Tudo que eu já possuí [são] cantos de redenção / Estes cantos de liberdade”.

No dia 6, os versos de Marley ecoaram particularmente na Jamaica, sua terra natal, e na Etiópia — berço do movimento Rastafari , onde show com centenas de milhares de pessoas e festividades que incluíram debates e exposições sobre a vida e obra do cantor, além de um simpósio sobre a história da África.

Mas as homenagens não se limitaram a estes dois países. Elas, literalmente, cruzaram o globo, principalmente nas vozes de negros e dos milhões que habitam as periferias e margens do mundo, a quem o poeta e cantor dedicou grande parte de sua obra. Das ruas de São Luis do Maranhão, a capital do reggae no Brasil,e em Belém –PA através da AMOR – Associação dos Movimentos reggae do Pará , aos guetos negros no Bronx norte-americano, passando pelos bairros de imigrantes em toda Europa ou qualquer outro lugar onde exista gente sedenta por “cantos de liberdade”.

Das ruas da Jamaica para o mundo
Como milhões de outros negros nos países colonizados, Marley nasceu da relação entre uma jovem negra, Cedella Booker, de 18 anos, e um militar branco, de 50 anos, a serviço do governo britânico.

Tendo sido criado pela mãe, Marley mudou-se para a capital da Jamaica, Kingston, ainda na adolescência, indo viver em uma das maiores e mais agitadas “favelas” da cidade, Trenchtown, cuja população e musicalidade foram determinantes para sua formação.

Foi lá que ele entrou em contato com a música negra norte-americana (Ray Charles, o rhythm & blues de New Orleans etc.), com o melhor dos ritmos populares e negros jamaicanos e também foi em Trenchtown que Bob conheceu Peter Tosh e Bunny Livingston com quem formaria a banda The Wailers, em 1963.

Os anos seguintes foram de crescente sucesso, aproximação com o movimento Rastafari (particularmente depois do casamento com Rita Anderson, 1966) e experiências musicais a partir de várias viagens à Europa e Estados Unidos e principalmente através do envolvimento com dos ritmos tipicamente jamaicanos, como o ska beat e o rock steady.

Os componentes do The Wailers partiram para carreiras solo em 1975. Ficando à frente da banda Bob Marley & The Wailers, o cantor teve de abandonar o país em 1976, depois de um atentado à bala, vivendo em Londres por quase um ano, o que o ajudou a se transformar, definitivamente, em um dos músicos mais famosos do mundo.

Sua fama como porta voz do Terceiro Mundo se intensificou ainda mais depois de sua primeira visita à África, em 1978, e particularmente após ter sido convidado para cantar na festa de independência do Zimbabwe, em 1980. Pouco depois disto, Marley iniciou sua última turnê, na Europa, quando a música Redemption Song foi lançada em platéias que chegaram a reunir 100 mil pessoas.

No início de 1981, depois de fazer dois shows no Madison Square Garden de Nova York, Marley detectou um câncer que acabou provocando sua morte em 11 de maio.

Cantando a luta e a vida
Fazer um inventário das músicas de Bob Marley é uma tarefa das mais difíceis. São centenas de canções que, além de sua vibrante musicalidade, têm letras que abordam temas dos diversos.

São de Marley alguns dos mais tocantes hinos à liberdade e contra a opressão. Músicas como No woman no cry e I shot the sherif (“eu atirei no xerife”, que segundo o próprio Marley deveria se chamar “eu atirei na polícia”, título que seria vetado).

Há chamados à luta, como Get up, stand up (“levante-se, resista) que, além disso, é exemplar da religiosidade em Marley, com versos que provocaram a ira dos conservadores ao defender que ao invés de ficarmos esperando que o “o grande deus surja dos céus” é preciso “procurar por aquilo que é seu aqui na terra”, “lutando por seus direitos”. Tema que também aparece em Revolution, onde ele canta que “é necessário uma revolução para se chegar a uma solução”.

Outras canções são carregadas de suingue e sensualidade como Stir it up (uma quase descrição de uma relação sexual, brincando com uma expressão que quer dizer “mexa-se”) ou Is this love, que faz um delicioso convite a diversão no aconchego em uma cama de solteiro. Há, ainda, o singelo otimismo, de músicas como Three little birds (em que “três passarinhos” cantam “não se preocupe sobre nada, tudo vai dar certo”) e Don’t worry, be happy (não se preocupe, seja feliz).

Como também existem inúmeras referências à África e à luta dos negros, como Buffalo Soldier, que fala sobre um guerreiro roubado da África, obrigado a lutar, nas Américas, pela sua sobrevivência. Tema também recorrente em Exodus, Soul Rebel, Zimbabwe e a espetacular Africa Unite, também relacionada com outro tema recorrente de suas música, o movimento Rastafari, que está no centro de músicas como Jah live e Kaya, saudações ao deus Rasta e à cannabis, considerada sagrada na religião.

ENILSON NONATO

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

PROGRAMA SINTONIA DO REGGAE ,VOLTA AO AR,SINTONIZE...




SINTONIA DO REGGAE
Símbolo de transformação Social através da música.

Surgiu em 1998 programa de rádio comunitário que esta no ar há Dez anos, que tem como objetivo de fazer o resgate da cultura e filosofia Reggae, que para nós é um elemento de responsabilidade social.
Sintonia do reggae além de levar a boa música como reggae root’s tem como referência as mensagens de Bob Marley.
Debater e discutir os problemas sociais, juntos as nossas comunidades periféricas.
Levando ao conhecimento social os temas: político, discriminação racial, direitos humanos, defesa das crianças e adolescente e outros temas.

OBJETIVOS

O Programa Sintonia do Reggae tem como objetivo fazer o resgate da filosofia reggae, assim como o resgate do reggae como instrumento de transformação social, e fazendo ênfase a questão relacionada ao movimento negro, apresentando aos nossos ouvintes as bandas de reggae nacionais que não estão na mídia, e valorizando nossas bandas de reggae regional.

METODOLOGIA
O Programa Sintonia do Reggae vai ser vinculado uma vez por semana, com 5 blocos musicais, vinhetas, entrevistas e agenda cultural, coberturas de eventos de reggae no estado.
O Programa Sintonia do Reggae já foi vinculado em varias rádios comunitárias de Belém, Ananindeua e Castanhal com um público aproximado de 5 mil ouvintes diários;

Rádios: Metropolitana FM ( Bengui )
Cidade livre FM (Conj. Maguari)
Fm cabana (Ananindeua)
Estação FM (Ananindeua)
Cidadania FM (Terra – firme)
Periferia FM(Ananindeua)
Maria Fumaça (Castanhal)


Atualmente vai ao ar na Rádio comunitária Amazônia FM na freqüência 106.50 mhz Todos os sábados das 15hs as 17hs,que atinge os Bairros do Jurunas,Cremação,Guama,Terra-Firme– ,Canutos,S.Bras,Comercio,Nazaré,Marcos,Pedreira,Souza,Umarizal,Fátima,Condor
PRODUÇÃO

O Programa Sintonia do Reggae é uma realização da Associação Cultural dos Movimentos de Reggae de Belém e Ananindeua -AMOR, e do CONSELHO MUNICIPAL DO NEGRO DE BELEM. Hoje somos referência nacional, pelos trabalhos sociais, principalmente por divulgar o reggae nacional e local.

EQUIPE

Enilson Nonato (Apresentador e Produtor), Vitor (Apresentador e Repórter Fotográfico)

EXECUÇÃO DO PROGRAMA SINTONIA DO REGGAE

1-ABERTURA-VINHETA
2-APRESENTAÇÃO
3-BLOCO MUSICAL-3 - REGGAE ROOTS
4-HORA CERTA-VINHETA DA RÁDIO
5-REGGAE ABRAÇO
6-BLOCO MUSICAL - 3 - REGGAE NACIONAL
7-HORA CERTA - VINHETA DA RÁDIO
8-INFORMES SOCIAIS
9- BLOCO MUSICAL-3- REGGAE REGIONAL
10-HORA CERTA
11-REGGAE ABRAÇO
12-BLOCO MUSICAL-REGGAE RECORDAÇÃO
13-HORA CERTA
14-AGENDA DO REGGAE
15-BLOCO MUSICAL - 3- REGGAE BOB MARLEY
16-OUVINTE NA LINHA
17-SORTEIO DE PRÊMIOS
18-BLOCO MUSICAL-PEDIDO DO OUVINTE
19-AGRADECIMENTOS E FICHA TÉCNICA
20-ENCERRAMENTO

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

COISA DE NEGRO - RESISTÉNCIA CULTURAL






O Espaço cultural Coisas de Negro começou com um pequeno comercio que vendia frutas, hoje com 16 anos de existência se tornou um grande ponto de referencia da Cultura Negra Paraense.

Ao longo desse tempo vários grupos musicais como Cristal Reggae, Mundé e Curimbó de Bolso surgiram nesse espaço cultural localizado na AV. Lopo de Castro nº. 1081 – entre 5° e 6° Rua em Icoaraci.

Segundo Mestre Ray idealizador do Coisa de Negro “o Carimbó hoje é mais evidente as pessoas já estão aceitando muito mais, aquele coisa de dizer que o nosso ritmo é coisa de velho já acabou, aqui as rodas de carimbó acontece há sete anos, aos domingos, espalhando a nossa musica que é mais populares expressões da cultura paraense para toda Cidade de Belém do PA.”.

Entre os vários projetos que Coisas de Negro desenvolvem estão Confecção de instrumentos de percussão ministrada pelo próprio mestre Ray também vocalista do grupo Mundé e todo processo de confecção de Bonecos projeto que esta chegando agora nas escolas como Alfredo Chaves.

Atualmente a Associação dos movimentos Reggae (AMOR) esta promovendo todos os Sábado, o projeto REGGAE É CULTURA com os DJs do núcleo comunitário Sintonia do Reggae.
DJs Serginho, Enilson, Daniel e Curi Pedra.

INF. 88186746 /8145291
FILIE – SE NA AMOR .
BLOG: http://reggaeamor.blogspot.com/
ORKUT:amorreggae@yahoo.com.br
enilsonamor@yahoo.com.br
MSN:enilsonamor@hotmail
Matéria VP ROOTS

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

DEVERES DO REGUEIRO



Deveres do regueiro
1- (Re)iniciar ou prosseguir os estudos na escola.
2- Não faltar a seus filhos e filhas carinho, amor, proteção e apoio material / financeiro e espiritual
3- Não tornar-se dependente ou escravo de drogas.
4- Beber moderadamente e, se dirigir, não beber.
5- Não discriminar: negro, mulher, homosexual, pessoas com deficiência, pessoas que não curtem reggae, etc.
6- Em determinadas situações, usar sempre camisinha nas relações sexuais.
7- Contribuir para que o movimento Reggae caminhe no sentido da conscientização e libertação do povo pobre e negro, como falava em suas músicas, o profeta Bob Marley.
Postado por Conexão Reggae às 00:03 0 comentários
Direitos do regueiro

Dicas para curtir as pedras



Dicas para curtir as pedras
Muita gente, especialmente quem não está muito acostumado às festas de reggae quer saber como se comportar, que roupa usar; que acessórios colocar; se faz ou não uma coreografia...enfim, o que é necessário para curtir as “pedras” no BELÉM-PA. Colocamos então, algumas dicas, para facilitar a vida de quem está começando a curtir reggae em festas.
DICA Nº 1 - ROUPA
O importante é você ir vestido de si mesmo. Nada de querer imitar essa ou aquela figura, pois não há nada mais esquisito do que a ‘produção em série’. Use, preferencialmente, roupas de tecido leve e colorido, nas cores do reggae (verde, amarelo, branca e preta). Vale combinar ou até mesmo ‘descombinar’ cores, afinal, inclusivo do jeito que é o reggae vale para pessoas de todas as tribos e gostos. Pode usar também, estampas com a figura de Bob Marley, Peter Tosh ou outra figura do reggae.
DICA Nº 2 - ACESSÓRIOS
Vale tudo. Boinas, bonés, lenços de cabeça lisos ou coloridos, faixas de crochê, tricô. Para as mulheres, colares e brincos também fazem parte dos acessórios. Se tiver aquela pulseirinha do reggae, pode colocar. Quase todo mundo tem e é super roots. Mas de todos os acessórios, o cuidado maior deve ser com seu acompanhante. Que seja uma figura leve, alegre e altíssimo astral. Se for um “pé-de reggae” melhor ainda!!!
DICA Nº 3 - COREOGRAFIA.
Coreografia em grupo para dançar o reggae? Pode até ser, pois há quem goste do ‘robozinho’ (não vamos ser nós que iremos criticar) No reggae cada um dança como lhe convém...afinal, reggae é sentimento...expressão própria! Feche os olhos (isso vale tanto para dança-solo ou reggae agarradinho, uma peculiaridade muito nossa) e sinta a vibração. Deixe-se envolver pelo som e solte o corpo. Não se preocupe que no reggae quase ninguém ‘maroca’ ninguém. Todos querem mais é se divertir. Portanto, mexa-se sempre!
DICA Nº 4 - CLIMA
Tá chovendo? Faz sol? Está sozinho ou em grupo? Não importa! O clima no reggae é sempre de aconchego e calor (principalmente humano). Se estiver sozinho, o salão tiver poucas mesas, todas elas ocupadas, basta pedir licença para usar o cantinho de uma delas e pronto!!! Não se surpreenda se minutos depois, você estiver dançando reggae agarradinho com um dos ocupantes da mesa.
Só não vale se retrair e encostar na parede, mas não esqueça principalmente, de ser cordial, gentil com as pessoas.
Depois dessas dicas, muito cá pra nós, vou te contar um segredo...no reggae não há segredos, nem regras. É se encher de bons fluídos e vibrações, colocar o capacete e deixar as pedras rolarem!
Postado por Conexão Reggae às 08:44 0 comentários
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A crise de identidade do Reggae maranhense - parte II





A crise de identidade do Reggae maranhense - parte II

Tarcisio Ferreira

Lendo o primeiro artigo você pode pensar que tudo está perdido para o Reggae de raiz no Maranhão, para a música que ajudou a criar essa forte identidade e levar esse pioneirismo Brasil a fora e ser admirado por brasileiros, europeus e jamaicanos.

Segundo pesquisa feita com turista em vários pontos da cidade, defendida e publicada, hoje o maior produto turístico e o que mais atrai o turismo a São Luiz é a fama de a Capital Brasileira do Reggae. O Bumba Boi e o carnaval são sazonais, ou seja, acontecem em períodos específicos.

Numa leitura pessimista pode se ter essa idéia de pronto, mas como diz o magistral criador do movimento armorial Ariano Suassuna, sou um otimista esperançoso. Acredito que ainda podemos reverter esse quadro de vazio emocional no panorama atual do movimento Reggae maranhense.

Revisando um pouco essa afirmação, de que para se resgatar o poder que esse movimento teve; como o de não se ter nenhum ritmo musical mais forte que o Reggae ao lado do Bumba Boi e do Samba, como foi até a metade dos anos 90, aqui no Maranhão. Esse fragilização abriu brechas e outros ritmos ganharam força e hoje concorrem com as festas de radiola com muito mais poder e sem a metade da mídia diária de Radio e TV que as radiolas têm.

Sobre as seqüências

Hoje a internet está aí disponibilizando discos e CD’s de cantores e bandas do mundo todo. Necessariamente não se teria que viajar a Jamaica ou Londres para se montar um arquivo musical para uma radiola. E é isso que inteligentemente esse movimento de bares de Reggae está fazendo, pois os últimos grandes sucessos musicais que tocam e fazem os freqüentadores dos bares gritarem quando os DJ’s tocam, saíram de discos “baixados” em programas específicos de trocas de arquivos na Net.

Grupos de colecionadores

Agora temos um movimento crescente de grupos de colecionadores em São Luis que ainda está sem rumo, mas que promete, apesar de já ter uma entidade representativa. Embora tardio, em relação à Belém e Fortaleza, principalmente, com esses grupos esta em curso na ilha um emergente mercado de aquisição de discos de vinil o que está levando a um fortalecimento maior ainda do movimento de bares. Frequentemente são realizadas festas onde além da utilização dos MD’s usa-se os “velhos” MK2 de guerra. Instalou-se recentemente mais um outro mercado o de compra de toca-discos, que hoje estão mais inflacionados de preço que a economia brasileira.



Pontuando este tema e utilizando pela primeira vez o nome de um radioleiro; lembramos que Pinto Itamaraty de olho nessas mudanças que estão acontecendo em relação aos bares e os emergentes grupos de colecionadores, inteligentemente anunciou em alto e bom som em seu programa de radio que vem aí a Itamaraty Roots, que vai operar dentro desta forte tendência do movimento regueiro. Vamos esperar para conferir.

E podem esperar, que mais uma vez saindo na frente com essa sua jogada de mestre Pinto, será rapidamente copiado por outros magnatas do Reggae. Não estou aqui fazendo apologias ao mais bem sucedido empresário do Reggae do Maranhão, ele o é, doa a quem doer, falo sem meias palavras, até por que ele não precisa disso de minha parte. E tenho total independência para escrever e afirmar isso, pois não vivo a sombra da laranjeira de ninguém.

Calendário do Reggae

Agora eu pergunto aos leitores: Qual é a maior festa do calendário Reggae do Maranhão???? Pense um pouco. Quem respondeu Festa da Recordação, acertou. É a festa mais esperada pelos amantes da boa música. E qual é mesmo a música que toca nesse dia? O bom e velho Roots Reggae. Esta festa é realizada dentro daquele que se consagrou como o maior templo do Reggae maranhense, Espaço Aberto – A casa da música.

Mas esse templo fica quase que esquecido durante quase todos os 365 dias do ano, sendo aberto em raros momentos. Onde foi parar o brilho e o esplendor da sexta feira mais animada de São Luis? Era freqüentado por lavadores, de carros, secretarias do lar, profissionais liberais, sindicalistas, professores estudantes, artistas regionais, nacionais e estrangeiros, turistas de várias partes do Brasil e do mundo. Nem um outro ambiente do Reggae em São Luis teve esse privilegio. Tive a oportunidade de freqüentar ainda no seu início nos anos 80 e de vê-lo ser ampliado e reformado continuamente. Vi as famosas incursões feitas dentro da Casa da Música pela polícia tentando acabar com festas ou buscando um pretexto para fazer isso.

A única Radiola que ainda tem credibilidade junto aos regueiros com o Reggae de Raiz é a FM Natty Nayfson que promove sistematicamente festas como O Reggae das 3 Décadas, Os Homens das Pedras, Tributo a Bob Marley, etc., etc., além de fazer festas com os clássicos na União de Moradores do Bairro de Fátima – União do BF. E tem sempre a casa cheia nesses eventos.

Podemos afirmar que é a única radiola que promove o maior encontro de regueiros (dançarinos, DJ’s, seguranças, radioleiros, etc., etc.) que construíram a historia desse movimento durante todo o ano.

Continua...